GRÂNDOLA
quarta-feira, agosto 10, 2011
Então e agora? Fica assim?! - Parte 3
Cruzamento entre a «estrada de S. Romão» e a «estrada de Alcácer»
Panorâmica geral do cruzamento com deficiências bem explicitas
Como se pode ver, houve uma repavimentação recente ainda que de má qualidade
Exemplo de estrada bem sinalizada e devidamente executada
Cruzamento entre a «estrada de Rio de Moinhos» e a estrada no troço S. Romão- Batão
Terminaram há pouco tempo as obras de requalificação da estrada ER2 no troço Alcáçovas-Torrão-Odivelas. É certo que os casos aqui citados não se englobam no referido troço mas também é facto que o ramal entre a estrada das Alcáçovas e a estrada de Alcácer não estava contemplado e no entanto fez-se, bem como a estrada de acesso à Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso. Fizeram-se devido a pressões e pedidos tanto da parte da Câmara como da Junta de Freguesia. Para além disso, a estrada de S. Romão foi em parte repavimentada. Ora sendo assim, porque não se aproveitou a presença do empreiteiro para, no decorrer das obras, proceder à requalificação e devida sinalização na zona do chamado cruzamento de S. Romão? Ficou assim como as imagens mostram: Esquecido... perigoso...
Em 2007, a Câmara Municipal de Alcácer procedeu à requalificação da estrada de Rio de Moinhos e do troço de estrada entre S. Romão e Batão. Também neste caso o cruzamento entre as referidas estradas ficou esquecido e mal sinalizado.
Para que se note a diferença, foram aqui colocadas imagens de um cruzamento devidamente dimensionado e sinalizado tanto vertical como horizontalmente.
Um caso de saúde pública
Uma situação potencialmente nociva para a saúde pública encontra-se na Rua do Fernando, junto ao edifício da Sociedade 1º de Janeiro Torranense. Na verdade tratam-se de excrementos de andorinha, que todos os anos nidificam no beiral do edifício, que se vão acumulando. Embora a situação não seja nova, o desleixo deste ano tem atingido proporções raramente vistas. Apela-se assim aos serviços municipais e a quem de direito que por uma vez que seja não faça vista grossa e actue em conformidade.
Espelho rodoviário
segunda-feira, agosto 08, 2011
sábado, agosto 06, 2011
Para reflexão
1- É verdade que no regime republicano todos os cargos públicos são elegíveis?
R: Não. Os membros do Conselho de Estado, o PGR, os juízes dos diversos Tribunais Supremos, o Governador do Banco de Portugal, as chefias das Forças Armadas e das forças militarizadas, não são eleitos, obedecendo a nomeação, à confiança política da tutela
2- Porque razão a república portuguesa é mais dispendiosa para o contribuinte do que qualquer uma das monarquias europeias?
R: Porque a função política do presidente não pode corresponder exactamente a uma imparcialidade que devia ser a norma. O presidente da república depende em primeiro lugar, das forças políticas que patrocinaram a sua candidatura e depois, dos grandes interesses económicos que a subsidiaram. Torna-se normal a necessidade de criar um núcleo de colaboradores da sua confiança política , nomeando-se dezenas de assessores que custam muito dinheiro ao Estado. Desta forma cria-se uma rede de influências que se tornam num contrapoder ao governo em exercício. Os orçamentos para as casas reais europeias são mais baixos, porque o pessoal que serve a Coroa é em número bastante reduzido, não dependendo do favor de qualquer partido no poder ou na oposição.
3- Porque razão a generalidade dos países monárquicos europeus beneficiam de mais estabilidade política do que as repúblicas?
R: Exactamente porque os reis não intervêm no jogo partidário, ajudando a resolver muitas das crises provocadas pela luta político-partidária. A Monarquia oferece uma perspectiva de estabilidade e de segurança institucional que permite aos governos proceder no Parlamento, às reformas necessárias ou desejadas pela maioria dos cidadãos num dado momento histórico.
4- Porque razão quase todas as monarquias europeias beneficiam da descentralização administrativa e as repúblicas tendem a ser maioritariamente unitárias como a portuguesa?
R: Porque a existência da Coroa oferece uma total garantia da unidade territorial de um país que seja formado por diferentes grupos nacionais: na Europa, o caso da Bélgica e da Espanha são bons exemplos da necessidade absoluta da manutenção da Monarquia para a própria existência do Estado.
5- Porque razão as existentes monarquias europeias contribuem muito para o prestígio dos países?
R: Devido sobretudo, à função suprapartidária do rei e da visibilidade que este aporta à comunidade. Internacionalmente, o rei é a primeira imagem que se tem de um determinado país, até porque representa a história e as tradições que caracterizam os povos onde reinam.
6- Costuma dizer-se que as monarquias europeias são como empresas lucrativas. Porquê?
R: Porque em geral estão associadas ao que de melhor um país produz. Tem a marca da qualidade e do bom gosto, sendo um excelente exemplo a apresentar internacionalmente. Além disso, criou-se uma grande indústria de lembranças e colecções que dão trabalho a muita gente e que com as vendas, trazem aos cofres do estado importantes quantias em impostos, direitos de reprodução, etc. A indústria das louças, a ourivesaria, a indústria livreira, as marcas autorizadas a usar o símbolo da casa real, consistem em alguns dos sectores que muito beneficiam com a existência da Monarquia.
7- Durante a Segunda Guerra Mundial, os invasores pretendiam antes de tudo, aprisionar as famílias reais dos países conquistados. Porquê?
R: Porque quando invadiam um país, tinham a perfeita consciência do que significava para a população a figura do rei. O rei representava o povo inteiro e a própria soberania nacional. Partindo para o exílio, os monarcas conseguiam agrupar soldados, reforçar o espírito de resistência e principalmente, retiravam aos invasores, a legitimidade política de poderem falar em nome de um determinado povo, mesmo que organizassem governos fantoches que os apoiavam. Em Portugal, até temos o exemplo de D. João VI que ao mudar a capital de Portugal para o Rio de Janeiro, salvou a independência nacional, a unidade do império português e acabou por conseguir mobilizar a nossa população que derrotaria os exércitos de Napoleão. O mesmo não aconteceu com as repúblicas invadidas e ocupadas e temos o exemplo da França, onde se criou um vazio de poder que levou à constituição de um governo republicano colaboracionista, dividindo traumaticamente o país em múltiplas facções.
R: Não. Os membros do Conselho de Estado, o PGR, os juízes dos diversos Tribunais Supremos, o Governador do Banco de Portugal, as chefias das Forças Armadas e das forças militarizadas, não são eleitos, obedecendo a nomeação, à confiança política da tutela
2- Porque razão a república portuguesa é mais dispendiosa para o contribuinte do que qualquer uma das monarquias europeias?
R: Porque a função política do presidente não pode corresponder exactamente a uma imparcialidade que devia ser a norma. O presidente da república depende em primeiro lugar, das forças políticas que patrocinaram a sua candidatura e depois, dos grandes interesses económicos que a subsidiaram. Torna-se normal a necessidade de criar um núcleo de colaboradores da sua confiança política , nomeando-se dezenas de assessores que custam muito dinheiro ao Estado. Desta forma cria-se uma rede de influências que se tornam num contrapoder ao governo em exercício. Os orçamentos para as casas reais europeias são mais baixos, porque o pessoal que serve a Coroa é em número bastante reduzido, não dependendo do favor de qualquer partido no poder ou na oposição.
3- Porque razão a generalidade dos países monárquicos europeus beneficiam de mais estabilidade política do que as repúblicas?
R: Exactamente porque os reis não intervêm no jogo partidário, ajudando a resolver muitas das crises provocadas pela luta político-partidária. A Monarquia oferece uma perspectiva de estabilidade e de segurança institucional que permite aos governos proceder no Parlamento, às reformas necessárias ou desejadas pela maioria dos cidadãos num dado momento histórico.
4- Porque razão quase todas as monarquias europeias beneficiam da descentralização administrativa e as repúblicas tendem a ser maioritariamente unitárias como a portuguesa?
R: Porque a existência da Coroa oferece uma total garantia da unidade territorial de um país que seja formado por diferentes grupos nacionais: na Europa, o caso da Bélgica e da Espanha são bons exemplos da necessidade absoluta da manutenção da Monarquia para a própria existência do Estado.
5- Porque razão as existentes monarquias europeias contribuem muito para o prestígio dos países?
R: Devido sobretudo, à função suprapartidária do rei e da visibilidade que este aporta à comunidade. Internacionalmente, o rei é a primeira imagem que se tem de um determinado país, até porque representa a história e as tradições que caracterizam os povos onde reinam.
6- Costuma dizer-se que as monarquias europeias são como empresas lucrativas. Porquê?
R: Porque em geral estão associadas ao que de melhor um país produz. Tem a marca da qualidade e do bom gosto, sendo um excelente exemplo a apresentar internacionalmente. Além disso, criou-se uma grande indústria de lembranças e colecções que dão trabalho a muita gente e que com as vendas, trazem aos cofres do estado importantes quantias em impostos, direitos de reprodução, etc. A indústria das louças, a ourivesaria, a indústria livreira, as marcas autorizadas a usar o símbolo da casa real, consistem em alguns dos sectores que muito beneficiam com a existência da Monarquia.
7- Durante a Segunda Guerra Mundial, os invasores pretendiam antes de tudo, aprisionar as famílias reais dos países conquistados. Porquê?
R: Porque quando invadiam um país, tinham a perfeita consciência do que significava para a população a figura do rei. O rei representava o povo inteiro e a própria soberania nacional. Partindo para o exílio, os monarcas conseguiam agrupar soldados, reforçar o espírito de resistência e principalmente, retiravam aos invasores, a legitimidade política de poderem falar em nome de um determinado povo, mesmo que organizassem governos fantoches que os apoiavam. Em Portugal, até temos o exemplo de D. João VI que ao mudar a capital de Portugal para o Rio de Janeiro, salvou a independência nacional, a unidade do império português e acabou por conseguir mobilizar a nossa população que derrotaria os exércitos de Napoleão. O mesmo não aconteceu com as repúblicas invadidas e ocupadas e temos o exemplo da França, onde se criou um vazio de poder que levou à constituição de um governo republicano colaboracionista, dividindo traumaticamente o país em múltiplas facções.
sexta-feira, agosto 05, 2011
Então e agora? Fica assim?! - Parte 2
Lamentávelmente também estes passeios ficaram por fazer. Mais uma coisa que ficou a meio. Então não se devia ter levado tudo de seguida?
Como é possível requalificar uma zona e deixar estas zonas assim inacabadas? Esperou-se mas o tempo dado é mais que suficiente e agora já não há desculpa. Espera-se que o verão não acabe e isto fique por fazer. Vá lá! Mais um esforço!
Como é possível requalificar uma zona e deixar estas zonas assim inacabadas? Esperou-se mas o tempo dado é mais que suficiente e agora já não há desculpa. Espera-se que o verão não acabe e isto fique por fazer. Vá lá! Mais um esforço!
quinta-feira, agosto 04, 2011
Então e agora? Fica assim?! - Parte 1
Está praticamente a fazer um ano desde que terminaram as obras do Centro Escolar do Torrão. Recorde-se também que o referido centro escolar foi inaugurado e abriu portas no passado dia 26 de Abril.
É pois estranho que permaneçam nas imediações resquícios do estaleiro, nomeadamente o que sobra da instalação eléctrica como é esta casa que já nem ligações tem e um pau que se limita a estar ali sem servir de suporte ao que quer que seja como as imagens mostram.
Como o tempo passa e tais estruturas não são removidas e o resto do passeio permanece sem ser devidamente rematado e finalizado pergunta-se: E agora? Fica assim?!
Boas notícias
Quarta-feira, dia 10 de Agosto, a partir das 9.30 da manhã, no antigo matadouro haverá, ainda que com dois meses de atraso, a vacína dos cães. Do mal o menos.
Ao que parece também há um esforço para tornar as ruas menos verdes.
Ainda bem que há um Pedra no Chinelo!
Ao que parece também há um esforço para tornar as ruas menos verdes.
Ainda bem que há um Pedra no Chinelo!
quarta-feira, agosto 03, 2011
As ruas do Torrão, esses espaços verdes
Parece que, para além da falta de veterinário, também hà falta de herbicida. A campanha que todos os anos é levada a cabo no sentido de eliminar as ervas daninhas das ruas (pelo menos do Torrão) este ano não se fez ou se foi feito foi-o de uma forma muito ténue como se pode ver nas imagens. Até à porta do espaço criado para se fazer a vacinação dos cães - que só(?) este ano é para esquecer - cresce plácidamente um arbusto. A cereja em cima do bolo é a tradicional e resistente figueira que ornamenta o telhado junto ao altar da Igreja Matriz. Esta estória também é interessante. Ao que parece um particular montou ali um andaime e dispôs-se a acabar com a figueira. Acontece que eram precisas várias sessões de aplicação de herbicida e o trabalho estava quase feito mas ao que parece também forçaram o dito a tirar o andaime do terreno pertença da Junta de Freguesia, ficando o trabalho a meias. A figueira naturalmente voltou a irromper. A igreja está bastante degradada devido à infiltração de águas provenientes do péssimo estado do telhado e paredes agravado pela infiltração que uma árvore e as suas raízes naturalmente tendem a favorecer. Não nos admiremos se parte deste edificio histórico venha a ruir.
O estranho caso do veterinário municipal
O que se espera para abrir concurso? Espera-se também que a coisa não seja feita à portuguesa com o lugar já reservado à espera que determinado menino ou menina acabe a sua licenciatura em Medicina Veterinária para ser encaixado (ou encaixada).
terça-feira, agosto 02, 2011
Centenário da República: Na hora de prestar contas
Centenário da República: Na hora de prestar contas: "« Menos dinheiro, mais História ' - este um curioso título na edição de hoje do JN. Com a notícia a explicar, logo depois, que afinal não f..."
Continuar a ler
Continuar a ler
segunda-feira, agosto 01, 2011
O obstáculo
Serviu até 2005, altura em que o edificio contiguo foi quartel dos bombeiros. Desactivado desde então, este poste tem-se mantido ali por obra e graça não do Espírito Santo mas da incúria. Se o poste não serve para nada a não ser para ser um obstáculo a quem circula no passeio, pergunta-se a quem de direito porque é que ainda não logrou solicitar à EDP para que remova a estrutura desimpedindo o passeio? Será assim tão complicado?
Subscrever:
Mensagens (Atom)


