sábado, outubro 22, 2011

Acesso condicionado

Uma situação está a deixar alguns torranenses inquietos e a polémica também já chegou às redes sociais com a denuncia de que alegadamente alguém que pretendia acampar naquela zona, algo que sempre foi permitido, tenha sido expulso pela GNR que teria sido supostamente chamada. O assunto em questão prende-se com o facto das margens da barragem de Vale de Gaio terem sido vedadas isto quando a legislação portuguesa prevê que todos as linhas de água naturais são de acesso público sendo proibido que se corte o acesso às margens. Fomos investigar o caso e aqui ficam algumas imagens que para além de belas e convidativas ainda têm o condão de proporcionar a cada um o julgamento da situação como melhor entender.





Neste caso, o portão está fechado a cadeado não permitindo a passagem.





A situação implícita esconde-se aqui. Estas placas indicam que esta será propriedade do Estado e avisa que o acesso é condicionado. A questão é saber quais serão as condições para puder aceder e quem impôs essas condições e porquê.




Constata-se mais uma vez aqui que este acesso à água estará fechado a cadeado.




A situação mais em pormenor.













Já este outro portão mais pequeno encontra-se fechado apenas por um pequeno fecho que permite acesso à água como se pode ver. Para além disso, tudo indica que qualquer pescador poderá ali fazer a sua pesca como sempre tem acontecido.










Como se pode constatar, do outro lado do muro não existe qualquer tipo de vedação.










Mais uma vez constata-se que nem todos os acessos estão bloqueados.











E se há zona que deve estar vedada é precisamente esta. Esta é sem dúvida a zona mais perigosa da barragem.





Na zona baixa, o melhor sitio para acampar e fazer piqueniques, constata-se que também não existe qualquer vedação, apenas uma placa que apela ao civismo e apela à protecção do ambiente. Algo que alguns não respeitam na totalidade.















Nesta zona ao pé das casas existe uma descontinuidade da vedação permitindo a passagem















Mais um acesso livre.








Um pinheiro que se eleva mas que está morto. Um perigo. Fiaca à atenção de quem de direito.




A estrada que dá acesso à barragen e à pousada de Vale do Gaio está completamente degradada apelando-se assim para que seja reparada. À atenção dos serviços municipais pois esta deve ser uma estrada municipal. Mas municipal ou não tem que sofrer uma intervenção (até rima).

























Este outro pinheiro já foi outrora um ser forte e altivo. Infelizmente pereceu mantendo ainda o seu porte altivo e frondoso até ao dia da sua queda final que poderá ser fatal para alguém menos afortunado que leve com a robusta árvore em cima. À atenção de Câmara, Bombeiros, proprietário, Estradas de Portugal... alguém. Como se pode constatar, o estado de degradação é progressivo. Há que agir.

domingo, outubro 16, 2011

Assembleia de Freguesia reuniu na sexta-feira

A Assembleia de Freguesia do Torrão reuniu na passada sexta-feira, dia 14 de Outubro tal como estava agendado. Assembleia essa que esteve em risco de não reunir mais uma vez por falta de quórum. Na verdade, bastava que faltasse apenas um único membro para que esta legalmente não pudesse reunir novamente. Apenas 55% dos seus membros estiveram presentes. A mesa, que desta vez esteve completa, e mais duas vogais, uma do PS e outra da CDU.
Lidas as Actas, as quais foram aprovadas por maioria, foi dada informação da actividade da Junta de Freguesia, pelo seu Presidente o qual começou por informar que a escola de futebol da Sociedade 1º de Janeiro Torranense (Sociedade-fut) já está implementada e a ter lugar no pavilhão gimno-desportivo. Seguidamente informou ainda que o posto da GNR do Torrão tem novo comandante o qual, depois da devida apresentação, comunicou ao poder político local que o posto está em risco de perder capacidade operacional devido a redução de efectivos. O Presidente informou que a Junta fez diligências através do envio de um ofício ao Comando Distrital de Setúbal no sentido de sensibilizar para a fragilidade da situação, visto ser a Freguesia do Torrão muito extensa em área, com uma população idosa considerável e de existir o risco de um previsível aumento da criminalidade devido à difícil situação que o país atravessa bem como para a necessidade de salvagurada do direito constitucional à segurança e salvagurada da democracia e do estado de direito. E por fim comunicou que a Junta apoiou a secção de BTT do Rio de Moinhos Futebol Clube. Deu ainda conta da intervenção de bombeiros de outras corporações em conjunto com os bombeiros do Torrão e dos funcionários da Câmara aquando do temporal do dia 1 de Setembro bem como da construção no cemitério de uma arrecadação para guardar despojos visto que estes não podem ser incinerados a não ser em espaço próprio.
O momento de maior frisson, criado devido ao hábito de nunca aparecer ninguém que coloque questões e aponte problemas, surgiu aquando da intervenção do público presente em número bastante aceitável.
O cidadão Mário Silva pede a palavra para confessar a sua tristeza com o facto de «algumas coisas que tinhamos nos castelos e que perdemos». Começando por falar na rua que foi feita, argumentou que a Câmara mais não fez do que o seu dever pois as obras de substituição da canalização prolongaram-se por demasiado tempo (à semelhança da Rua Nossa Senhora do Bom Sucesso, que parece que não é caso inédito). Ficamos ainda a saber que aquando da referida intervenção, de forma abusiva e clandestina, os serviços camarários, aparentemente sem pedir autorização ao proprietário, esburacaram a parede da casa de um munícipe para fazer ali um by-pass nas tubagens - algo que posteriormente o Presidente da Junta confirmou e lamentou.
Deu o exemplo dos ecopontos que existiam no Largo do Depósito e foram dali retirados, do herbicida que «nunca chega aos castelos», da falta de limpeza das ruas dos castelos, da estrada da Fonte da Partina - assunto já aqui tratado - que desapareceu estando a fonte votada ao abandono e também do estado da Igreja Matriz, nomeadamente do cata-vento que caiu e nunca mais ninguém se dignou a colocá-lo no sítio.
Seguidamente tomou a palavra o cidadão Paulo Selão (o vosso humilde escriba) para inquirir acerca do que se estaria a passar no complexo das piscinas, que desde o temporal do dia 1 que se encontram encerradas e do facto de ninguém ter informado do tempo em que permaneceria encerradas nem de quando a sua previsível reabertura. Depois falou do facto de na sua óptica o desporto não ser devidamente tido em conta embora se afirme que o desporto é apoiado sustentando com o exemplo do pavilhão estar encerrado e do caricato de passado quase um ano ainda não ter sido elaborado um regulamento. Referiu ainda ser um desperdício uma obra que custou dois milhões de euros estar fechada e não ser rentabilizada propondo que se fizesse um ginásio tal como em Grândola -embora ressalvando que esse é exploradopor um privado mas que cá podia ser a própria CMAS ou mesmo a EMSUAS a explorar e a rentabilizar um espaço que se encontra encerrado - pois viu-se durante o Verão muita gente a caminhar e a andar de bicicleta e quando chegar o Inverno ninguém irá certamente para a rua fazer o que quer que seja chegando a referir que inquiriru o «por enquanto Presidente da Câmara» e que este lhe respondeu que o Torrão não teria tecido social para ter um ginásio. Paulo Selão confessou que estranhou tão disparatada resposta, da parte de quem já faz de tal um hábito, pois para montar um ginásio nunca serão precisos mais de dez mil euros e se o Torrão não tem tecido social que justifique o investimento de um valor dessa ordem, depois já tem tecido social que justifique o investimento de dois milhões de euros num espaço que a continuar assim apenas esporádicamente se manterá em funcionamento?
Referiu ainda que o que publicou relativamente à estrada do lagar, nomeadamente os oito mil contos que a Junta de Freguesia dispendeu na época foi informação que obteve devido a existir na estrada um placard afixado que referia tal e nunca a acesso indevido a informação. Referiu ainda «como curiosidade» o facto de existir um Edital no site da Junta e que esteve exposto no expositor onde se lê que o Executivo da Junta reune aos dias 30 de cada mês pelas 18.00 horas em reuniões públicas e mensais e que tal foi deliberado em reunião de 26 de Outubro de 2009 de acordo com o disposto no nº1 do artigo 30º e no nº2 do artigo 84º da Lei 169/99, de 18 de Setembro mas que quando se dirige ao local na hora e data indicada para assistir, visto serem a reuniões públicas, constata que tais reuniões, embora as considere absurdas até porque o Executivo é monocolor sendo que porém algo de Lei, não têm lugar.
Por fim referiu que o problema de trânsito poderia ficar resolvido dizendo o que afirmou neste artigo e terminou referindo o caso do ecoponto do depósito questionando se esse seria o caso, à semelhança de outros, que no Torrão «se mata uns para dar vida a outros» e apelando ainda para que se coloque um ecoponto na Rua do Poço Mau pois as pessoas dessa região não têm um local perto para fazer reciclagem e que este serviria também para quando o lar abrisse (embora tenha referido que só não se sabe quando abrirá).
O Sr. Presidente da Junta visívelmente agastado e crispado responde que relativamente ao castelo pediu apoio à Câmara sendo-lhe dito para agurdar, isto relativamente à rua que dá acesso à Rua General Humberto Delgado (também já referida aqui). Afirmou que o depósito foi reparado, algo que teria custado cerca de 25.000€ e que já muito foi feito e que mais se fazia se não fosse a crise. Que no Largo do depósito estava previsto fazer um jardim mas que os terrenos são particulares e que relativamente à igreja nada poderá ser feito sem a autorização dos responsáveis da paróquia pois esta é propriedade privada. Por fim refugiou-se nos já habituais chavões do «só não erra quem não decide» e do «já muita coisa foi feita». Por fim o comentário de que estes munícipes (ou fregueses como agora é moda dizer) vieram à assembleia errada, que isso seriam temas para a Assembleia Municipal e já respondendo a Paulo Selão de forma ainda mais crispada que este tem a obrigação de saber quais as competências da Junta. Respondendo depois às questões própriamente ditas, informou que as piscinas agora estão em melhor estado do que em 2005, quando os actuais executivos municipal e de freguesia tomaram posse, que estas estariam uma lástima e que a situação na Rua do Bom Sucesso se prenderá com o empreiteiro. Por fim o Sr. Presidente afirmou que não é justo dizer-se que o desporto não é devidamente apoiado pois têm sido dispendidas muitas verbas e que o autocarro da Câmara leva regularmente os atletas do Torrão a provas de caminhada e que tudo isso tem um preço.
De forma impressionante, a tensão chegou a tal ponto que Mário Silva se viu forçado a ter que dizer em plena casa da democracia local que estava ali não para levantar problemas e que não estava ali contra ninguém, que é do Torrão e tem amizade a toda a gente, que não era nada pessoal mas a sua presença serviu apenas para fazer justas revindicações e pôr questões legítimas e com uma atitude construtiva. Paulo Selão também se viu forçado a fazer a mesma declaração com algumas diferenças nomeadamente que os problemas estão entre aspas pois é algo de que se deve falar e que ninguém se enganou «na porta» pois se ali se pode usar da palavra e se até os presidentes de Junta têm acento na Assembleia Municipal não faz sentido ir a Alcácer ou onde as assembleias são descentralizadas para dizer de sua justiça e que se o Executivo da Junta de Freguesia brada aos quatro ventos que esta trabalha em equipa e de forma muito próxima com a Câmara então se quando é para colher os louros todos colhem, quando é para as críticas também a Junta tem que estar preparada para as absorver.
Era quase meia noite quando a sessão terminou.



P.S.- Acresce-se a curiosidade de quando eu (e agora falo na primeira pessoa, porque o faço enquanto autor do artigo e não como cidadão interveniente na Assembleia de Freguesia) inquiri o Sr.Presidente da Junta para que este tivesse a amabilidade de repetir, pois da primeira vez não tive a oportunidade de tomar nota, de a quem a Junta enviou o oficio a sensibilizar para a situação da redução de efectivos da GNR, para que eu aqui vos pudesse dar a notícia, e para que a informação fosse bem transmitida, este infelizmente de forma ríspida e muito agastada como se fosse um favor, afirmou que já tinha dito isso e que eu deveria estar atento, como se um munícipe e quando ainda por cima presta um serviço público gratuito ainda para mais aos torranenses emigrantes, tivesse que pedir pelo amor de Deus aos seus representantes para estes facultarem informação. A custo lá informou e eu assim já também posso informar. Chegamos a isto?!

Um artigo pedagógico ou um cheirinho a terceiro mundo

No melhor pano cai a nódoa - ditado popular

Uma pequena lixeira acumula-se junto ao Centro Escolar. Na verdade, pelo que se vê, os contentores do lixo encontram-se tão perto e ainda assim tão longe. Pelos vistos, o ideal seria que ficassem a dois passinhos da escola mas um ponto de recolha de lixo convém que fique localizado de forma equidistante de todos os pontos de uma região servida por este, isto é, não faria qualquer sentido os contentores ficarem a dois metros da escola e a duzentos metros de outros utentes. O mais sensato e justo é que fique a 101 metros da escola mas também a 101 metros das restantes moradias. Da mesma forma que não se justifica pôr uns contentores só para a escola.
Ao invés disso deveria ser ali posto, isso sim, era um ecoponto ainda para mais quando se quer incutir (e bem) às crianças a importância de reciclar e de proteger o ambiente.
Não é apenas pelo mau aspecto que dá e pela questão higiénica é também e sobretudo o exemplo que se dá às crianças daí que esta notícia sirva principalmente para sensibilizar. Vá lá, são só mais uns passos. Andar até faz bem e tudo!
Enfim, estranha forma de obsequiar as coisinhas novas.
À atenção dos serviços mas também e mais importante, da Direcção do Agrupamento de Escolas do Torrão e claro de quem fez o «ninho».






























Traçado novo, problemas velhos





À atenção. Este caso está ainda em suspenso. Também é algo que já foi aqui falado. Resolveu-se em parte.

É para breve.

Passagem demolidora: Não há beiral que resista













Curiosidade: Afinal servem para quê?

Sinceramente que gostava de perceber o porquê da ânsia de colocar mastros em tudo quanto seja edifício público e depois bandeiras nem vê-las.

Alguém se lembra de ver alguma bandeira hasteada no complexo das piscinas exceptuando o dia da inauguração?










Desde que foi inaugurado no passado dia 26 de Abril, nunca mais o Centro Escolar viu os seus mastros engalanados com qualquer bandeira.

Afinal estes ferros servem para quê? Estéticamente ficam mal. Ainda se as bandeiras fossem hasteadas mas assim...

Histórico







sábado, outubro 15, 2011

Recebida por e-mail

O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!!!!!!

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma de Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total (ainda se fosse só em Lisboa). HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA (já para não falar nas horas perdidas nos pequenos almoços).

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam, e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros dos diversos partidos políticos do arco do poder.

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

*A TODOS OS PORTUGUESES pede-se a divulgação deste e-mail.


> POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS.



VIVA PORTUGAL

terça-feira, outubro 11, 2011

E porque não?

Gostaria de partilhar aqui uma discussão que surgiu entre leitores do nosso blog e eu próprio, motivada pela questão da variante.
Diziam eles que não concordavam com a construção de uma variante para desviar o trânsito da vila do Torrão.
Com o decorrer da conversa e ouvindo os seus argumentos dei comigo a pensar: Bem, tem lógica. E porque não? Talvez seja uma melhor solução. Pelo menos mais económica ela é ainda para mais quando a situação do país não permite grandes «cavalarias».
Bom, diziam eles que não concordavam com a variante porque entendem que não se deve desviar o trânsito do Torrão pois isso iria provocar uma ainda maior estagnação e marasmo, por outras palavras, iria matar a vila e o comércio. Em suma, iria ter um impacto negativo na economia.
Então disseram que a alternativa melhor seria colocar sinalização luminosa na zona onde a confluência de trânsito é possível de forma que os veículos pesados não se encontrem em zonas estreitas e complicadas. Para além disso, diziam que para evitar danos nas casas na Rua da Estalagem, que se expropriasse a casa do canto para ser demolida com o objectivo de alargar a rua naquele ponto de forma a permitir um maior manobramento de veículos longos.
Afirmam que seria financeiramente mais vantajoso colocar os sinais e expropriar do que construir a variante, algo que seria muito mais caro.
Assim juntava-se o útil ao agradável: beneficios financeiros e a economia também não enfraqueceria.
Uma solução a equacionar. O problema seria resolvido, a autarquia não perderia a face e ainda poupava muito dinheiro aos contribuintes pois não parece que seja possível de todo avançar com um milhão de euros nesta conjuntura e ainda para mais quando se comprometem a avançar com o projecto Ruas em Alcácer do Sal ainda durante este ano. Ainda há uma forma airosa da Câmara sair desta trapalhada assim haja golpe de vista.

domingo, outubro 09, 2011

Assembleia de Freguesia

No próximo dia 14 de Outubro, a Assembleia de Freguesia do Torrão voltará a reunir. Recorde-se que no passado dia 30 estava agendada uma sessão ordinária a qual não aconteceu por falta de quórum ficando esta marcada para dia 14 de Outubro.
Lembra-se ainda mais uma vez que as sessões são públicas e o público tem direito a usar da palavra sobre assuntos que considere pertinentes.

sexta-feira, outubro 07, 2011

Estado selvagem

É neste estado lastimável que se encontram os acessos a uma das mais pitorescas fontes do Torrão: a Fonte da Partina.
Na verdade, ainda há meia dúzia de anos havia ali uma estrada perfeitamente transitável e embora seja do conhecimento do poder local, como se pode ver pela placa, o que é facto é que depois da secular Fonte Santa ter sido secada e vedada, é a Partina que está ali perfeitamente despercebida e abandonada. Quem não for mais velho e tenha conhecimento dela desde muito novo não dará com ela certamente.
Aí Partina, Partina, quem te viu e quem te vê?




Não parece mas isto era uma estrada; uma boa estrada. ERA!


Essa estrada ligava com esta outra que ainda se mantém... resta saber até quando.


Um enquadramento do local... para quem não sabe...



Outro enquadramento da estrada fantasma





Já em plena «estrada». Nem carreiro de cabras é.




Outra «estrada» boa. Já foi... há muito




Apresento-vos (a quem não conhece) a Fonte da Partina




E também precisa de uma pintura... mas lá que tem placa tem. Toda a vida as pessoas do castelo beberam água da Fonte da Partina e nunca ninguém morreu... que eu saiba! Eu adoro a água da Partina



Foto tirada junto à fonte e que mostra o bom acesso


quarta-feira, outubro 05, 2011

Piscinas Municipais encerradas há um mês

O complexo das piscinas municipais encontra-se encerrado há cerca de um mês desde que o espaço foi atingido pelo temporal do passado dia 1 de Setembro o que vem comprovar o que tinha sido aqui noticiado, e que dava conta da existência de danos severos, bem como a previsão que dava conta da inutilização do espaço por um periodo de tempo considerável.
Aparentemente, aproveitou-se a paragem forçada para proceder a uma reparação de fundo com pinturas e arranjos diversos no local.
Contudo e lamentávelmente apesar dessa situação, não se vislumbra em lado nenhum a existência, que tenhamos conhecimento, de circulares a informar do encerramento do espaço e de quando a sua previsível reabertura ao público, nem no lugares públicos, nem, como se vê, na porta principal de acesso ao espaço e nem sequer no site da Câmara Municipal, o encerramento é notícia, como se pode constatar aqui.






Desde que foi despejada e limpa, a piscina, em um mês nunca mais foi cheia





Como se pode ver, não existe um único comunicado por parte da CMAS ou da EMSUAS a dar conta do encerramento do local e aquando da sua reabertura




Em pormenor comprova-se que o papel afixado apenas dá conta do horário de funcionamento







Um dos arranjos efectuados foi a pintura dos mastros das bandeiras, faltando ainda a colocação das cordas. Na verdade, os mastros apenas são um gasto e um estorvo, pois desde que o complexo foi inaugurado, em 2001, raríssimas foram as vezes que foi ali hasteada qualquer bandeira. Depois da pintura há que adquirir as três bandeiras (Nacional, do Concelho e da Freguesia) para ali serem arvoradas de acordo com a legislação vigente sobre a matéria.


É trigo limpo, farinha Amparo

No dia 10 de Agosto lançava-se aqui o alerta para a existência de sujidade por excrementos de andorinha na Rua do Fernando, junto à Sociedade 1º de Janeiro Torranense, e para necessidade de limpar por este ser um caso de potencial risco para a saúde pública, nomeadamente para os moradores da zona.




Hoje, dia 5 de Outubro constata-se mais uma vez que, não se sabe quando, mas o que é facto é que, como se dizia, constata-se mais uma vez que as autoridades competentes foram sensíveis ao apelo e procederam à limpeza do local.












Ontém, hoje e sempre



5 de Outubro de 1143, assinatura do Tratado de Zamora, data da fundação do Reino de Portugal


5 de Outubro de 2011, Portugal tem 868 anos de existência.


VIVA PORTUGAL

segunda-feira, outubro 03, 2011

«Os Pachecos» cá do Concelho

Assim que pus os olhos neste texto mordaz, genial e absolutamente delicioso, que li no blog Estado Sentido, da autoria de António Manuel Venda, inspirado no velho mas actualíssimo Eça de Queirós, do qual foram retirados alguns parágrafos os quais eu transcrevo aqui na forma que estão no Estado Sentido, senti (perdoem-me a redundância) uma terrível semelhança com algumas personagens de cá deste burgo pelo que não resisti a vos oferecer tamanha maravilha. Não vos faço perder mais tempo passando desde já a convidá-los à leitura.

"O Pacheco representa alguém sem valor intelectual, uma nulidade, um tonto que só obtém destaque porque vive rodeado de medíocres. Já diz um ditado que em terra de cegos quem tem olho é rei; bom, um Pacheco é sempre o rei na terra dos parvos, sendo que tais monarquias chegam mesmo a contar com diversos reis, tipo harém, mas ao contrário, ou próximo disso. Em «A Correspondência de Fradique Mendes», lê-se a certa altura: «Pacheco não deu ao seu país nem uma obra, nem uma fundação, nem um livro, nem uma ideia. Pacheco era entre nós superior e ilustre unicamente porque tinha um imenso talento (...). O talento imenso de Pacheco ficou sempre calado, recolhido, nas profundidades de Pacheco! Constantemente ele atravessou a vida sobre eminências sociais: deputado, director-geral, ministro, governador de bancos, conselheiro de Estado, par, presidente do Conselho - Pacheco tudo foi, tudo teve, neste país que, de longe e a seus pés, o contemplava, assombrado com o seu imenso talento (...). A testa de Pacheco oferecia uma superfície larga e lustrosa. E muitas vezes, junto dele, conselheiros e directores-gerais balbuciavam maravilhados: - Nem é preciso mais! Basta ver aquela testa!»"

(...)

"Pode, é claro, perguntar-se o seguinte… Mas como é que é? Desses Pachecos, nunca deve ter havido um único que não levasse para casa ao fim do mês uns bons milhares de euros, fora os extras… Às vezes, até me sinto tentado a acreditar que, na verdade, o mundo – enfim, Portugal – pertence aos Pachecos. Aliás, é um pouco a velha teoria de que o sucesso chega facilmente aos artolas, aos pobres de espírito e aos lambe-notas, perdão, aos lambe-botas. Mas adiante…

O meu amigo Tiago Salazar uma vez escreveu um artigo chamado «A mentira é o pão-nosso de cada dia». Nem vale a pena referir quem por lá se espojava, o curioso será copiar uma citação de Confucio, que aparecia logo a abrir. «Um intelectual escreveu, ao nascer o seu filho: As famílias, quando nasce um filho, desejam que ele seja inteligente. Eu, através da erudição, tendo arruinado a minha vida toda, desejo apenas que a criança se revele ignorante e estúpida. Então ela coroará a sua vida tranquila, tornando-se um Ministro de Estado.»"

domingo, outubro 02, 2011

Os lambe-cus

"Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma
modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução
de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos
exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios
ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador
mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um
agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los,
lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em
dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo
os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por
amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como
«engraxanço». Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os
alunos engraxavam os professores, os jornalistas engraxavam os ministros, as
donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc... Mesmo assim, eram
raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos
engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia
engraxavam imenso.
Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada. O
menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da
turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho
era ostracizado pelos colegas. Ninguém gostava de um engraxador.

Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se
irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até
ao cu. O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cu.
Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e
flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu.
Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos
Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da
American Federation of Ass-licking and Brown-nosing. Os praticantes
portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e
aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.

(...) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal
tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa
sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida,
como começa a exigi-lo como habilitação profissional. O culambismo
compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje
tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês."

Miguel Esteves Cardoso, in "Último Volume"

(In)variante

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal assegurou já há larguíssimo tempo que é sua intenção vir a construir uma variante para facilitar o tráfego automóvel no Torrão (faltando apenas saber quando) no valor de 1 milhão de euros. Sabendo em parte da situação económico-financeira em que se encontra o país - e falta saber qual a real situação do município - e das peripécias que envolveram a construção da estrada da Ameira, em Alcácer, fazendo com que a concretização da obra se prolongasse para além do que era admissível, não parece muito provável que tal desígnio seja sequer iniciado, repito, sequer iniciado, em breve. No entanto lá está a placa em jeito de propaganda, ou melhor escrito, fazendo publicidade enganosa, a anunciar a obra; a parte mais fácil de executar.
Entretanto e para variar, quem sofre com a situação são os munícipes, como esta família, na Rua da Estalagem, que vê o beiral de sua casa arrasado vezes sem conta pelas viaturas pesadas que ali passam e que não conseguem manobrar, pelas dimensões e geometria tanto da própria viatura como da rua, indo inevitávelmente embater no telhado. Esta situação já ocorreu antes, provocando enormes prejuízos. Devido à consequente infiltração de águas, durante todo o Inverno, a casa sofreu pesados danos com o reboco de alguns compartimentos a fender e estes a ficarem totalmente bolorentos e húmidos. Por fim, depois de «casa roubada», apenas na Primavera, a autarquia lá chamou a si, o dever de reparar os danos. Em breve irá mais uma vez começar a época das chuvas e aqui está mais um dos melhores exemplos, que já leva sensivelmente um mês, do «melhor que "damos" a pensar em si (em nós)».














sábado, outubro 01, 2011

Assembleia de Freguesia adiada por falta de quórum

A Assembleia de Freguesia do Torrão foi adiada para o próximo dia 14 de Outubro, pelas 21.00 horas, por falta de quórum.
Na sessão, convocada para hoje pelas 21.00 horas verificou-se que esta não reunia o número exigido por lei para decorrer, estando apenas presentes, para além do Executivo que se encontrava completo, o Presidente da Assembleia de Freguesia, a 2ª Secretária e mais duas vogais; uma do PS e outra da CDU.

Atente-se que a Lei 5-A/2002diz no artigo 89º, referente ao quórum, no nº1 que «Os órgãos das autarquias locais só podem reunir e deliberar quando esteja presente a maioria do número legal dos seus membros» e no nº 3 que «Quando o órgão não possa reunir por falta de quórum, o Presidente designa outro dia para nova sessão ou reunião, que tem a mesma natureza da anterior, a convocar nos termos previstos nesta lei».

Assim sendo, lamentávelmente, decorrido o tempo de tolerância e persistindo a mesma situação, o Presidente da Assembleia de Freguesia não teve outra alternativa que não fosse dar por encerrada a sessão de hoje ficando a próxima agendada para o dia acima referido.