Um pormenor natalício num prédio da praça
A Praça Bernardim Ribeiro vista de uma perspectiva abrangente
A Igreja de S. Francisco ou dos Frades toda enfeitada e iluminada
De leitura «obrigatória». Mendo Castro Henriques apresenta-nos a verdadeira faceta de SAR D. Duarte, Duque de Bragança, uma faceta humanista, de preserverança, despretenciosa, modesta e humilde até de uma pessoa que sabe estar na vida; e factos ignorados e até mesmo desprezados de uma personalidade que, apesar de tudo, muito tem feito na sombra, serenamente, com tranquilidade, como agora está moda dizer, e sem espalhafatos não apenas por Portugal mas também pelos povos de expressão portuguesa com destaque para o povo timorense e que muito mal tem sido tratado por alguma comunicação social e cuja personalidade e capacidade intelectual têm sido muitas vezes severa e injustamente distorcidas pela negativa.
Indo na senda de Dan Brown e de um estilo que tem feito sucesso um pouco por toda a parte, José Rodrigues dos Santos convida-nos a acompanhar o professor Tomás Noronha por alguns dos mais exóticos lugares do mundo na resolução de mais um intrincado quebra-cabeças onde o romance e a aventura se misturam, onde a actualidade se funde com a ficção com a actual crise nuclear iraniana e da alegadamente mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein em pano de fundo e com questões de natureza filosófica em que Religião e Ciência caminham par a par - A PROVA CIENTÍFICA DA EXISTÊNCIA DE DEUS. A busca de quem somos, de onde viemos e para onde vamos, os mistérios que encerra o Universo e que nos serão subtilmente ocultados é o cerne deste romance. Irão, Egipto, Israel, a zona do cáucaso, o martirizado Tibete e alguns dos mais bonitos locais no nosso amado e infelizmente tão mal tratado país com descrições ao pormenor em termos geográficos, gastronómicos e culturais de todos estes lugares que são alguns dos cenários onde decorre a acção. E mais não digo...
Já um best seller, o Codex 632, também da autoria do jornalista José Rodrigues dos Santos transporta-nos até um dos mais misteriosos factos da História e que muita polémica tem levantado: A verdadeira origem do navegador Cristovão Colombo. A primeira missão do professor Noronha passa por desvendar este segredo guardado a sete chaves à cinco séculos e em que Portugal terá, supostamente um papel central onde a designada Política do Sigilo levada à prática no Reino como trave mestra para o sucesso da Expansão marítima portuguesa terá tido um papel fulcral. Mais uma vez a acção decorre em várias partes do mundo. Um livro em que a História de Portugal tem uma presença constante. Absolutamente imperdível! Duas obras que não ficam nem um milímetro atrás da obra de Dan Brown e que merecem que se juntem esforços para que passem do papel para a tela. Não tenho dúvida que darão dois filmes espectaculares!
Inteligentemente, José Rodrigues dos Santos funde realidade com ficção, junta personagens reais com personagens fictícias e referindo propositadamente com segundas intenções, sob a forma de aviso, no início destes livros em particular, que, no caso do Códex 632, todos os documentos incluindo o Códex 632 existem ou, no caso do «Fórmula» que, e passo a citar: «Todos os dados científicos aqui apresentados são verdadeiros. Todas as teorias científicas aqui expostas são defendidas por físicos e matemáticos» induzindo no leitor a crença de que tudo aquilo é a mais pura realidade, que são verdadeiras teses sustentadas e demonstradas por provas irrefutáveis. Se assim fosse seriam com toda a certeza descobertas abolutamente assombrosas principalmente aquela que provaria científicamente a existência de Deus e que nos escancarava as portas que encerram alguns dos mais intincados mistérios do Universo. Qualquer destas três obras quando se começa a folhear as suas páginas não mais dá vontade de parar de ler.
Estes livros podem ser encontrados em várias livrarias tanto físicas como on line ou ainda à venda em várias estações de correios. Para quem viva no concelho de Alcácer do Sal, informo que tanto «A Fórmula» como o «Códex» estão à venda na estação local dos CTT. Infelizmente ainda não é possivel adquirir, na referida estação, o livro D. Duarte e a Democracia - Uma Biografia Portuguesa. Espero que esta lacuna que considero grave seja rapidamente suprimida.
A Praça Bernardim Ribeiro ganha um colorido extra.
A torre do Relógio em pormenor.
Para além do colorido das luzes de efeitos no centro do lago junta-se o colorido das luzes de Natal dando origem a um autêntico caleidoscópio de cores.
No Largo do Cruzeiro: Este ano até a cruz teve direito a enfeite natalício.
O brilho das luzes na praça destacando-se do resto. Vista obtida de um dos pontos mais altos do Torrão: o Largo do depósito.

Quem vem do Norte, as primeiras imagens do Torrão com que é brindado são estas.
Da cabine da luz é este o cenário com que é contemplado.
A Rua do Poço Mau... não está aqui por acaso... é a «minha» rua.
A placidez do pôr-do-sol alentejano.
Uma imagem destas só está ao alcance de quem tem sensibilidade artística e mai' nada.
O Monte da Iria com o sol a esconder-se no horizonte.
O Torrão ao luso-fusco, visto da ermida. Como pirilampos rasgando a escuridão que se começa a abater sobre o horizonte, as primeiras lâmpadas não tardam a iluminar progressivamente as ruas da vila.
O Xarrama já corre por baixo de quatro dos sete arcos. Mas eu já vi os arcos todos tapados com execpção do arco maior (Arco Real) que ficava apenas com uma ínfima parte a descoberto.
No contador a água já vai no metro e sessenta e pouco. Mas já esteve a mais de cinco metros.
Por aqui se pode ver a altura que a água já alcançou.
