quinta-feira, fevereiro 18, 2016

Mais vale tarde que nunca - Ruas dos Castelos pavimentadas depois de denúncia da morosidade da obra

Depois da denúncia da morosidade das obras nas ruas dos Castelos eis que recomeçaram ontem, dia 17 de Fevereiro, os trabalhos com estas a serem finalmente pavimentadas. 
Mais uma vez terá sido a intervenção do nosso blog e a denúncia pública preponderantes para apressar os trabalhos?
Mais uma prova da força da cidadania activa e do Pedra no Chinelo, que mesmo com o seu autor longe, não deixa de ter um papel determinante e de fazer mossa.





domingo, fevereiro 14, 2016

À atenção dos serviços

 O espelho rodoviário junto ao Largo do Sopapo na Rua dos Lavradores está no estado que as imagens mostram. Fica pois à atenção dos serviços. Sabendo contudo de antemão que nestas questões rodoviárias o limite de velocidade da rapaziada é assim a tender para o lento esperamos que este caso não se torne o... reflexo de outras peripécias... passadas.










Aqui todas são obras de Santa Engrácia


Foi desta forma que na página de propaganda camarária foi dada a notícia da «remodelação das infraestruturas de abastecimento de água». O que os martirizados moradores do bairro dos Castelos  - e munícipes em geral, acrescenta-se - não esperavam era que as obras ficassem para galo de entrudo e que passados dois meses e meio tudo estivesse como as imagens abaixo mostram e que alguns moradores indignados nos fizeram chegar.
Para quem se dizia diferente, basta ver as semelhanças com este outro caso passado na Rua Nossa Senhora do Bom Sucesso durante a anterior gerência. A sorte destes moradores é que esta zona não é sensível em termos de inundações. O problema é que muda a gerência mas a (má) qualidade dos gerentes é uma constante e os geridos esses são os mesmos e portanto...
Lá anunciar o começo é fácil, o pior é anunciar o fim.


Já quanto à Junta de Freguesia (de Torrão Torrão), foi desta forma que foram anunciados «urbi et orbi» os ditos trabalh(inh)os.
«Câmara Municipal de Alcácer do Sal com trabalhos nas Ruas dos Castelos». Pomposo.
Resta saber até quando.











sábado, fevereiro 13, 2016

Faria hoje 110 anos



"Nenhum político deve esperar que lhe agradeçam, ou sequer lhe reconheçam o que faz. Pelo contrário, é ele quem deve agradecer a ocasião que lhe ofereceram os outros homens, de colocar em jogo as suas qualidades, e de eliminar, se puder, os seus defeitos"


Agostinho da Silva (1906-1994)

sexta-feira, janeiro 22, 2016

quinta-feira, janeiro 21, 2016

DJ do Torrão ganha notoriedade na RTP

DJ Dudaz na companhia de Filomena Cautela, a apresentadora das quartas-feiras, do programa da RTP, 5 para a meia-noite

Fonte: Dudaz Facebook


DJ Dudaz, um dos DJs do momento no panorama do meio, esteve na noite de ontem no 5 Para a Meia-Noite. O artista, natural do Torrão, já tem uma experiência de alguns anos a «passar» música.
Um disc jockey ou disco-jóquei (DJ) é um artista profissional que selecciona e "toca" as mais diferentes composições, previamente gravadas ou produzidas na hora para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e discotecas.

sexta-feira, janeiro 01, 2016

É de ficar... passado

Certamente que todos se lembrarão das passadeiras invisíveis. Na verdade, e quem não se lembra mesmo, basta passar na Rua de Beja e ficará elucidado.
Tudo começa com a aprovação, na reunião de Câmara de 23 de Janeiro de 2014 - como aliás se pode ver aqui - de colocação de sinalização vertical e horizontal, isto é, as passadeiras e respectiva sinalização indicativa, na Rua de Beja. O surreal da coisa foi que só passados largos meses é que foi dado cumprimento da deliberação e só foi colocada a sinalização vertical sendo que as passadeiras, essas nunca foram pintadas. Entretanto os sinais ficaram e da passadeira nem sinal. Como se não bastasse, os sinais ao invés de ficarem virados para a estrada e para os condutores, ficaram de lado. Ora parece que a nenhum engenheiro passou pela cabeça que se as condições do local não permitem que o sinal fique na posição correcta se estiver preso a um varão colocado no solo pois então que se colocasse na parede. Bem, mas adiante que a estória é bem mais interessante.
Ora passados poucos meses depois da referida sinalização ter sido colocada eis que num incidente um dos sinais ficou gravemente afectado sendo posteriormente retirado, como se pode ver aqui.
Entretanto tudo ficou como as imagens mais recentes mostram.









Qual não é o espanto quando na sessão da Assembleia de Freguesia que se realizou em Dezembro, o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Torrão refere que as passadeiras não foram pintadas porque... a Infraestruturas de Portugal (ex-Estradas de Portugal) não deixa pois esta é uma estrada nacional!!!
Ora vamos lá ver; das duas três:
Ou são tolos, ou as entidades governamentais querem fazê-los de tolos ou eles próprios querem fazer dos torranenses um bando de mentecaptos. Repare-se que o argumento é sempre o mesmo. Como pode esta freguesia progredir! Isto não é novo. Os antecessores de Virgílio Silva também já deitaram mãos deste argumento.
Durante anos uma figueira brava cresceu junto ao um dos beirais da igreja matriz minando as paredes e o assunto levou anos a resolver porque aparentemente o antigo IGESPAR, actual Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCA) não deixava mexer e tal e coiso. Depois foi outra carga de trabalhos com a pintura da referida igreja nomeadamente no mandato de Décio Fava porque a DRCA não deixava pintar mas sim caiar e blá, blá, blá whiskas saquetas isto enquanto as igrejas das localidades das redondezas estavam todas pintadas. Alcáçovas, Alfundão, Viana do Alentejo, Vila Nova da Baronia, etc, tinham as respectivas igrejas pintadas; no Torrão a matriz não era pintada porque (supostamente) a DRCA não deixava pintar. Lá foi agora, e passadas décadas, que a igreja foi pintada.
Agora passa-se exactamente o mesmo com as passadeiras.
Ora vamos lá a ver: Em todas as localidades em que uma estrada nacional passe por ali existem passadeiras e até semáforos. TODAS! De norte a sul. Até por uma questão de segurança dos peões. No Torrão e desgraçadamente não deixam pintar. 
E pronto. Como há-de uma freguesia destas querer avançar se para minudências desta natureza é uma carga de trabalhos? Isto das duas uma: ou esta gente não sabe falar com as entidades e diz uma série de asneiras, ou deixam-se enganar ou são incompetentes.
MAS ISTO CABE NA CABEÇA DE ALGUÉM? Então quer dizer que não há passadeiras na estrada nacional que atravessa a vila do Torrão porque a IP proíbe? Isto será para rir ou para chorar?
Então e a quem cabe a pintura das passadeiras? À Câmara depois da suposta autorização ou à IP?

Ora bem, então a IP não permite que se pintem passadeiras numa estrada nacional? Pois então olhai para aqui. Olhem. Sabem onde fica? Exactamente. Fica em Santa Susana, exactamente no mesmo concelho a que pertence a freguesia do Torrão. Olha... O que é isto? Uma passadeira? Não é uma passadeira mas sim DUAS passadeiras; a escassos metros uma da outra. Estão pintadas onde? Precisamente!  Sobre uma estrada nacional. Neste caso a EN 253. Olha... Então em Santa Susana - que ainda por cima é uma aldeia - podem pintar-se passadeiras numa estrada nacional mas no Torrão não? 
E agora outra pergunta: Quem pintou estas passadeiras? Os serviços municipais? A Infraestruturas de Portugal? Fosse quem fosse elas aí estão e as fotos para comprovar tiradas há uma semana. E ainda se diz mais: Pelo estado da pintura e da sinalização vertical tudo indica que é coisa recente.
Aqui pôde-se pintar. No Torrão não. 
Estamos conversados. 









Ora mas como estamos a lidar com génios que podem ter caído de paraquedas na política e não perceberem «um boi» disto e podem ser incompetentes em tudo e mais alguma coisa mas que as jogadas, a ratice, o chico-espertismo e a manhice e esperteza saloia essas são logo aprendidas e como estes numa dessas jogadas até podem vir dizer «ah coiso e tal mas isso é em Santa Susana, porque é uma aldeia  e porque essa é uma estrada nacional mas é secundária. Essa é a duzentos e tal e a do Torrão é a número 2...». Pois então para evitar uma jogada dessas eis o que vem a seguir. Uma vila, uma sede de freguesia (exactamente como o Torrão): As Alcáçovas.
E mais: Então não se pode pintar a Nacional 2 no Torrão? Olhai aqui. Esta estrada sabem qual é? Exacto! A NACIONAL 2. A MESMÍSSIMA ESTRADA. Vejam:



E aqui onde estamos? Estamos no Escoural; mais propriamente Santiago do Escoural. Não nos furtamos de vir aqui e fotografar pois seja quem for, não pode levar os outros por parvos. Veja-se: Mais uma passadeira. E - olha - é na NACIONAL 2. MAIS UMA VEZ!



E mais passadeiras sobre estradas nacionais dentro de localidades se poderiam fotografar. Quem quiser que fique atento e quando sair vá tomando nota. 
Cabe na cabeça de alguém, repito, cabe na cabeça de alguém não se pintar uma passadeira no Torrão porque não deixam sendo que uma delas até fica próxima de um lar de idosos? Então mas a segurança rodoviária não deve estar em primeiro plano? Então no Torrão os peões não são salvaguardados?
É demasiado rocambolesco. Será o Torrão o buraco-negro onde nada é permitido?
Ficam as questões.

O problema é que este concelho e em particular esta freguesia sempre foi gerida por gente pequenina que quer ser titular de cargos mas depois anda como gato sobre brasas e constantemente amedrontada e enquanto este tipo de gente estiver onde não deve estar nem o concelho e nem a freguesia passam da cepa torta. O que interessa é não levantar ondas e ir ganhando o seu porque se esta gente os tivesse no sítio batia o pé ou então avançava e apresentava o facto consumado ou denunciavam o caso, se tal for verdade, na comunicação social. Mas não.
O que temos então? Nada. Ficou-se a meio caminho e nem o pai morre e nem a gente almoça. Nem o trabalho é acabado e nem se retira a sinalização. Fica então tudo assim. Os sinais a informar de coisa nenhuma.
E depois há outra coisa curiosa: Então a IP não autorizou (SUPOSTAMENTE) que se pintassem as passadeiras mas pelos vistos não se preocupa com a sinalização vertical que sinaliza coisa nenhuma. Então a mesma entidade que não autorizou a pintura das passadeiras permite que fiquem os sinais que indicam nada?
Mas quem é que esta gente quer enganar?
É de ficar de boca aberta.
Agora ali está aquilo que nem é carne nem é peixe e no troço próximo do lar e onde se deu o incidente um dos sinais de informação de indicação de passadeira foi abalroado, ficou danificado, os serviços procederam à recolha e numa mais o recolocaram. Ali está então naquela zona a sinalização vertical incompleta e a servir para rigorosamente nada pois passadeira não há e mesmo que houvesse, os sinais não estão virados para os condutores. Isto pode ser comparado com um borrão, com os cadernos das crianças da escola primária que estão a aprender a escrever e que não controlam a força com que escrevem a lápis e depois têm que apagar e fica tudo sujo, escrevem e voltam a apagar e fica borrado. É tal e qual. Mas esta gente já devia ter idade para não fazer borrões.
Vamos ver como a coisa fica doravante. 
O que é certo é que o dossier de uma coisa trivialíssima foi aberto vai fazer dois anos no próximo dia 23 e até hoje é o que se sabe. Vamos ver se até ao fim do mandato se conseguem colocar duas passadeiras na Rua de Beja, no Torrão visto que aqui e para esta gente tudo é uma carga de trabalhos.
Tal como no passado, voltamos a frisar que infelizmente não dão mais. E quanto a isso nada há a fazer. Não adianta querer que se corra 10 Km quando só se consegue correr 5. Não dá mais. E mais uma vez e como no passado voltamos a apelar: Se não conseguem, se não aguentam a pedalada, se são incapazes saiam. Saiam e deixem fazer quem sabe fazer, quem quer fazer e quem tem capacidade de fazer.
Assim é complicado. O Torrão há-de andar uma vida inteira para trás como o caranguejo. 

terça-feira, dezembro 29, 2015

Lixo acumula-se paredes-meias com propriedade da Junta de Freguesia... e "nas barbas do presidente"

 Lixo de todo o tipo, incluindo fraldas usadas, vai-se acumulando na Rua de Beja no barranco junto ao local onde era o antigo matadouro e que é... propriedade da Junta de Freguesia. E mesmo o colector de águas pluviais vai ficando obstruído de terra e palha sem que ninguém repare. Como se não bastasse, em frente e do outro lado da rua reside o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Torrão.
Quando uma lixeira vai crescendo tranquilamente nas barbas do presidente e este nem se apercebe, está tudo dito.










sábado, dezembro 19, 2015

Falta a outra!

 A Fonte de Vale de Semedeiros está por fim e em boa hora concluída e como nova. Apesar desta ficar na União de Freguesias de Alcácer do Sal foi a Junta de Freguesia do Torrão que tomou a dianteira e efectuou as devidas diligências. Foi uma acção memorável e digna de registo mas não lhe competia. Mas ainda bem que a fonte está acabada.
Porém - e há sempre um porém - se a Fonte de Vale de Semedeiros, que nem está na freguesia do Torrão está muito bem, já o mesmo não se pode infelizmente dizer desta outra fonte, esta sim que fica na freguesia, mais concretamente junto à Casa Branca do Sado, que está no estado lastimável que vê.
Esta fonte chegou a estar perdida. Quando se limpou um silvado já há uns anos é que a acharam.
A esta fonte deu-se apenas uma «pintura à espanhola» para alegrar o olho e iludir o povo, fazendo crer que se cuida do património mas se pararmos e vermos com atenção verificamos que é uma ilusão - mais uma. Esta fonte devia ser tratada em profundidade; reparar as fissuras, fazer arranjos ao nível da alvenaria, reparar a parte superior que está quase a cair, desentupir os canos e pô-la a deitar água e depois pintar.
Então a Fonte de Vale de Semedeiros que fica na União de Freguesias de Alcácer foi restaurada pela Junta de Freguesia do Torrão e esta que fica efectivamente na Freguesia do Torrão vai ficar assim?
Ficamos à espera da retribuição da União de Freguesias. Assim como assim... 
Mas ficamos ainda mais à espera de uma acção da Junta de Freguesia do Torrão. Vamos ver se haverá a mesma ligeireza.





A recentemente restaurada Fonte de Vale de Semedeiros








A fonte que fica na berma direita da Estrada Nacional Nº 5 pouco antes de chegar à Casa Branca do Sado como quem vem do Torrão

Fonte de Vale de Semedeiros por fim reparada: Mais um caso encerrado

 A Fonte de Vale de Semedeiros está por fim terminada. De recordar que esta fonte foi sempre um ponto de paragem obrigatório para muitos daqueles que conheciam a qualidade da sua água e raros eram aqueles que não atestavam um ou mais garrafões.
Infelizmente a degradação tomou conta desta fonte de tal forma que esteve quase perdida. O primeiro alerta foi dado, como não podia deixar de ser, no Pedra no Chinelo como se pode ver aqui.
Este é portanto mais um caso encerrado.