segunda-feira, dezembro 09, 2013

Rua do Torrão permanece em absoluta escuridão

A rua transversal à rua General Humberto Delgado, na qual residem duas famílias, permanece às escuras. Recorde-se que este tema já foi tratado aqui há sensivelmente um ano sem que no entanto a situação tivesse sido entretanto resolvida. De referir que a rua já tem os postes de electricidade, verificando-se contudo que ainda nenhuma luminária foi aqui colocada isto apesar de recentemente se ter procedido à colocação de luminárias LED na Zona H1. Será que esta zona não tem esse direito e estes munícipes não têm qualquer hipótese de ver a sua rua iluminada?







domingo, dezembro 08, 2013

Obras de substituição de condutas de esgoto junto ao centro de saúde

Os serviços municipais estão a proceder a obras de substituição das condutas de esgoto junto ao Centro de Saúde do Torrão. Segundo as nossas fontes, havia entupimentos frequentes devido à inflitração das raízes das árvores as quais prejudicavam consideravelmente o desempenho do sistema de esgoto da referida unidade de saúde.











Aguardemos

Para quando um modelo destes no concelho de Alcácer do Sal? Será que há mesmo coisas que nunca mudam?

sábado, dezembro 07, 2013

Por uma questão de justiça...

...devemos ressalvar que a Junta de Freguesia do Torrão humildemente já reconheceu o lapso e já se procedeu à colocação da bandeira a meia-haste. Antes assim. Um gesto que só dignifica a freguesia do Torrão.
Esta foto foi tirada por volta das 17.30h e não deixa margem para dúvidas.


Luto nacional: Concelho de Alcácer Sal faz letra morta de decreto governamental

O governo português decidiu associar-se aos votos de pesar, que ecoam pelo mundo, pela morte do histórico líder sul-africano Nelson Mandela e decreta três dias de luto nacional.
O decreto Nº33-A/2013 consta no Diário da República Nº 237, suplemento, série I, de 6 de Dezembro (versão electrónica temporariamente indisponível) e depois do preâmbulo justificativo do luto nacional afirma o seguinte:

Nos termos dos n.ºs 1 e 3 do artigo 42.º da Lei n.º 40/2006, de 25 de Agosto, e da alínea g) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
 
 
Artigo 1.º
Luto nacional

É declarado luto nacional por três dias, em 6, 7 e 8 de Dezembro de 2013.

Artigo 2.º
Produção de efeitos

O presente decreto reporta os seus efeitos à data da sua aprovação.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 6 de Dezembro de 2013. —
Pedro Passos Coelho.

Assinado em 6 de Dezembro de 2013.
Publique-se


Fomos fazer um périplo pela vila do Torrão ontem, dia 6 de Dezembro, por volta das 19 horas e hoje pela manhã. Fomos ainda a Alcácer do Sal e o cenário encontrado revela que espantosamente o luto nacional é olímpicamente ignorado pela esmagadora maioria das instituições e repartições públicas do concelho e que o decreto 33-A/2013 é por estas paragens letra morta. Desde a Câmara Municipal passando pelas juntas de freguesia, tribunal, repartição de finanças entre outras, em nenhuma delas está hasteada a bandeira a meia-haste e temos ainda um caso curioso de uma bandeira hasteada a mastro completo.
O problema não está no porquê do luto e é independente da personalidade homenageada fosse ela portuguesa ou estrangeira ou fosse ainda por uma catástrofe natural ou humana; o problema é que o governo português - à semelhança dos seus congéneres estangeiros - emitiu um decreto no qual é decretado luto nacional por um periodo de três dias, a começar no dia 6 de Dezembro de 2013 e a terminar no dia 8 de Dezembro e verifica-se que um gesto tão simples do ponto de vista protocolar seja pura e simplesmente ignorado naquele que é, em território, um dos maiores concelhos do país. É realmente uma pena o estado a que o país chegou e é digno de um país terceiro mundista a negligência, o desprezo e a incúria a que o decrépito regime da III República fez chegar Portugal.
 Nem Portugal e o povo português nem a memória de Nelson Mandela merecem este tratamento tão desonroso e aviltante.


Na manhã do segundo dia de luto nacional ainda os mastros do edifício da Junta de Freguesia do Torrão estavam despidos dos respectivos pavilhões.

Situação que se verificava já na noite do dia 6 de Dezembro.

 Também os mastros junto às piscinas do Torrão estavam na mesma situação. De ressalvar no entanto que estes mastros só viram bandeira no dia em que o edifício foi inaugurado vai para quase 15 anos.


No posto da GNR do Torrão constata-se que aqui sim, a bandeira flutua a meia-haste.

No entanto ainda ontem, dia 6, já pela noite dentro, o decreto governamental ainda aqui não era conhecido. Nos postos da GNR, só depois de vir a ordem é que a bandeira pode ser hasteada no entanto é incrível como em pleno século XXI o comando a fez chegar, se de facto assim foi, com 24 horas de atraso.

O edifício do novo centro escolar do Torrão é outro caso perdido. Nunca aqui as bandeiras são hasteadas com excepção de uma bandeira manhosa das eco-escolas. Só no dia da inauguração e pronto.

Também no quartel dos Bombeiros Mistos do Torrão o luto nacional é ignorado.

Situação que também já tinha sido reportada na noite de dia 6 de Dezembro.

Já pelo contrário, no quartel dos Bombeiros Mistos de Alcácer do Sal, o protocolo foi seguido e a bandeira nacional está arvorada a meio mastro.

Também no quartel da GNR de Alcácer do Sal a disposição governamental é cumprida

Já o mesmo não se pode dizer do tribunal de Alcácer do Sal.

Nem do edifício do Centro de Emprego.

Nem da repartição das finanças. 


O caso mais incrível prende-se mesmo com o edifício da Câmara Municipal onde, como se vê, também aqui o luto nacional não é observado.


O caso mais curioso de todos é o da Escola Secundária de Alcácer do Sal (ESAS). Aqui a bandeira foi arvorada mas... no cimo do mastro. Um erro a que bem se pode aplicar a expressão «foi pior a emenda que o soneto».

Também na escola EB 2,3 Pedro Nunes, os mastros estão vazios e o luto é ignorado.

E o mesmo se passa junto às instalações do centro de saúde alcacerense.


E quem pensar que só a Junta de Freguesia do Torrão é que está em incumprimento desengane-se. Também no edifício da antiga junta de Santiago, sede da actual União das Freguesias de Santiago, Santa Maria e Santa Susana, os mastros estão sem os respectivos estandartes.



Fomos ainda espreitar as instalações da antiga Junta de Santa Maria do Castelo, onde ainda funcionam os serviços administrativos a par com o edifício acima descrito e também aqui por incrível que pareça não se vislumbra uma única bandeira a flutuar.


E é esta a panorâmica geral. Imagens reais... infelizmente. Ai Portugal, Portugal...
Fiquemos por aqui.


sexta-feira, dezembro 06, 2013

Tributo a Nelson Mandela (1918-2013)


Lutou pela liberdade e pela justiça. Pagou o seu preço, como aliás todos aqueles que abraçam tais causas pagam: quase um terço da sua vida passado na prisão.
É condição suficiente para também aqui no nosso espaço lhe ser prestado um singelo tributo.

À atenção dos serviços

Agora que o Outono chegou e a folhagem das árvores desatou a cair, estamos naquele periodo crítico para os jardineiros e varredores. Mas no que toca ao Torrão, se na Praça Bernardim Ribeiro a coisa está limpa por razões óbvias, outros sítios há que a malta passa como «cão por vinha vindimada» por serem locais pouco frequentados - apesar de tudo são Torrão ainda. Um desses locais é no largo de feiras e mercados e em frente ao campo de futebol do defunto Torino Torranense. Passamos por ali por acaso e aquilo que vimos... enfim. Vamos espreitar?


A folhagem das árvores depois de cair e secar acumula-se junto às grades ali ficando

Folhas e terraria é o que pudemos encontrar aqui


Para além das folhas... lixo. Plásticos, fitas metálicas (!), etc. denunciando desleixo e que esta zona é negligenciada pelos serviços camarários. Irónicamente um espaço propriedade da Junta de Freguesia.

Um saco de lixo jogado para ali. É o resultado de falta de civismo; é um facto. Porém quem de direito já devia ter detectado tal preciosidade e ter procedido à devida limpeza. Mas será que só alguns é que têm olhos na cara?

O corta-mato escolar teve lugar dia 27 de Novembro no entanto 8 dias se passaram entre o evento e o dia em que estas fotos foram tiradas (ontem, dia 5 de Dezembro) e o pódio ainda está ali no mesmo sítio. Não o deixem estragar pois ainda fará falta mais vezes nomeadamente nas corridinhas do 25 do A - há coisas que nunca mudam.

Mais um molhinho de folhas à espera de mão amiga

 Folhas, pedras soltas, lixo... e próximo uma placa a dar as boas vindas aos viajantes. Tem tudo a ver, e para a imagem da vila e da freguesia é do melhor. Melhor publicidade que esta é impossível. Lá estão as tais coisas. Depois é inevitável.

 «Bem-vindo à vila do Torrão»... onde o lixo se acumula no chão; acrescentamos nós.




O pequeno largo relvado junto ao campo da bola. Folhas soltas na relva - que aliás está mal tratada - e também no passeio... à espera de serem apanhadas.

Também neste local próximo do outro, a folhagem acumula-se aos magotes e aguarda melhores dias.

Aqui fica mais um pequeno contributo e fica à atenção dos serviços... naturalmente.