sexta-feira, janeiro 22, 2016

OIÇAM-NO!

quinta-feira, janeiro 21, 2016

DJ do Torrão ganha notoriedade na RTP

DJ Dudaz na companhia de Filomena Cautela, a apresentadora das quartas-feiras, do programa da RTP, 5 para a meia-noite

Fonte: Dudaz Facebook


DJ Dudaz, um dos DJs do momento no panorama do meio, esteve na noite de ontem no 5 Para a Meia-Noite. O artista, natural do Torrão, já tem uma experiência de alguns anos a «passar» música.
Um disc jockey ou disco-jóquei (DJ) é um artista profissional que selecciona e "toca" as mais diferentes composições, previamente gravadas ou produzidas na hora para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e discotecas.

sexta-feira, janeiro 01, 2016

É de ficar... passado

Certamente que todos se lembrarão das passadeiras invisíveis. Na verdade, e quem não se lembra mesmo, basta passar na Rua de Beja e ficará elucidado.
Tudo começa com a aprovação, na reunião de Câmara de 23 de Janeiro de 2014 - como aliás se pode ver aqui - de colocação de sinalização vertical e horizontal, isto é, as passadeiras e respectiva sinalização indicativa, na Rua de Beja. O surreal da coisa foi que só passados largos meses é que foi dado cumprimento da deliberação e só foi colocada a sinalização vertical sendo que as passadeiras, essas nunca foram pintadas. Entretanto os sinais ficaram e da passadeira nem sinal. Como se não bastasse, os sinais ao invés de ficarem virados para a estrada e para os condutores, ficaram de lado. Ora parece que a nenhum engenheiro passou pela cabeça que se as condições do local não permitem que o sinal fique na posição correcta se estiver preso a um varão colocado no solo pois então que se colocasse na parede. Bem, mas adiante que a estória é bem mais interessante.
Ora passados poucos meses depois da referida sinalização ter sido colocada eis que num incidente um dos sinais ficou gravemente afectado sendo posteriormente retirado, como se pode ver aqui.
Entretanto tudo ficou como as imagens mais recentes mostram.









Qual não é o espanto quando na sessão da Assembleia de Freguesia que se realizou em Dezembro, o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Torrão refere que as passadeiras não foram pintadas porque... a Infraestruturas de Portugal (ex-Estradas de Portugal) não deixa pois esta é uma estrada nacional!!!
Ora vamos lá ver; das duas três:
Ou são tolos, ou as entidades governamentais querem fazê-los de tolos ou eles próprios querem fazer dos torranenses um bando de mentecaptos. Repare-se que o argumento é sempre o mesmo. Como pode esta freguesia progredir! Isto não é novo. Os antecessores de Virgílio Silva também já deitaram mãos deste argumento.
Durante anos uma figueira brava cresceu junto ao um dos beirais da igreja matriz minando as paredes e o assunto levou anos a resolver porque aparentemente o antigo IGESPAR, actual Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCA) não deixava mexer e tal e coiso. Depois foi outra carga de trabalhos com a pintura da referida igreja nomeadamente no mandato de Décio Fava porque a DRCA não deixava pintar mas sim caiar e blá, blá, blá whiskas saquetas isto enquanto as igrejas das localidades das redondezas estavam todas pintadas. Alcáçovas, Alfundão, Viana do Alentejo, Vila Nova da Baronia, etc, tinham as respectivas igrejas pintadas; no Torrão a matriz não era pintada porque (supostamente) a DRCA não deixava pintar. Lá foi agora, e passadas décadas, que a igreja foi pintada.
Agora passa-se exactamente o mesmo com as passadeiras.
Ora vamos lá a ver: Em todas as localidades em que uma estrada nacional passe por ali existem passadeiras e até semáforos. TODAS! De norte a sul. Até por uma questão de segurança dos peões. No Torrão e desgraçadamente não deixam pintar. 
E pronto. Como há-de uma freguesia destas querer avançar se para minudências desta natureza é uma carga de trabalhos? Isto das duas uma: ou esta gente não sabe falar com as entidades e diz uma série de asneiras, ou deixam-se enganar ou são incompetentes.
MAS ISTO CABE NA CABEÇA DE ALGUÉM? Então quer dizer que não há passadeiras na estrada nacional que atravessa a vila do Torrão porque a IP proíbe? Isto será para rir ou para chorar?
Então e a quem cabe a pintura das passadeiras? À Câmara depois da suposta autorização ou à IP?

Ora bem, então a IP não permite que se pintem passadeiras numa estrada nacional? Pois então olhai para aqui. Olhem. Sabem onde fica? Exactamente. Fica em Santa Susana, exactamente no mesmo concelho a que pertence a freguesia do Torrão. Olha... O que é isto? Uma passadeira? Não é uma passadeira mas sim DUAS passadeiras; a escassos metros uma da outra. Estão pintadas onde? Precisamente!  Sobre uma estrada nacional. Neste caso a EN 253. Olha... Então em Santa Susana - que ainda por cima é uma aldeia - podem pintar-se passadeiras numa estrada nacional mas no Torrão não? 
E agora outra pergunta: Quem pintou estas passadeiras? Os serviços municipais? A Infraestruturas de Portugal? Fosse quem fosse elas aí estão e as fotos para comprovar tiradas há uma semana. E ainda se diz mais: Pelo estado da pintura e da sinalização vertical tudo indica que é coisa recente.
Aqui pôde-se pintar. No Torrão não. 
Estamos conversados. 









Ora mas como estamos a lidar com génios que podem ter caído de paraquedas na política e não perceberem «um boi» disto e podem ser incompetentes em tudo e mais alguma coisa mas que as jogadas, a ratice, o chico-espertismo e a manhice e esperteza saloia essas são logo aprendidas e como estes numa dessas jogadas até podem vir dizer «ah coiso e tal mas isso é em Santa Susana, porque é uma aldeia  e porque essa é uma estrada nacional mas é secundária. Essa é a duzentos e tal e a do Torrão é a número 2...». Pois então para evitar uma jogada dessas eis o que vem a seguir. Uma vila, uma sede de freguesia (exactamente como o Torrão): As Alcáçovas.
E mais: Então não se pode pintar a Nacional 2 no Torrão? Olhai aqui. Esta estrada sabem qual é? Exacto! A NACIONAL 2. A MESMÍSSIMA ESTRADA. Vejam:



E aqui onde estamos? Estamos no Escoural; mais propriamente Santiago do Escoural. Não nos furtamos de vir aqui e fotografar pois seja quem for, não pode levar os outros por parvos. Veja-se: Mais uma passadeira. E - olha - é na NACIONAL 2. MAIS UMA VEZ!



E mais passadeiras sobre estradas nacionais dentro de localidades se poderiam fotografar. Quem quiser que fique atento e quando sair vá tomando nota. 
Cabe na cabeça de alguém, repito, cabe na cabeça de alguém não se pintar uma passadeira no Torrão porque não deixam sendo que uma delas até fica próxima de um lar de idosos? Então mas a segurança rodoviária não deve estar em primeiro plano? Então no Torrão os peões não são salvaguardados?
É demasiado rocambolesco. Será o Torrão o buraco-negro onde nada é permitido?
Ficam as questões.

O problema é que este concelho e em particular esta freguesia sempre foi gerida por gente pequenina que quer ser titular de cargos mas depois anda como gato sobre brasas e constantemente amedrontada e enquanto este tipo de gente estiver onde não deve estar nem o concelho e nem a freguesia passam da cepa torta. O que interessa é não levantar ondas e ir ganhando o seu porque se esta gente os tivesse no sítio batia o pé ou então avançava e apresentava o facto consumado ou denunciavam o caso, se tal for verdade, na comunicação social. Mas não.
O que temos então? Nada. Ficou-se a meio caminho e nem o pai morre e nem a gente almoça. Nem o trabalho é acabado e nem se retira a sinalização. Fica então tudo assim. Os sinais a informar de coisa nenhuma.
E depois há outra coisa curiosa: Então a IP não autorizou (SUPOSTAMENTE) que se pintassem as passadeiras mas pelos vistos não se preocupa com a sinalização vertical que sinaliza coisa nenhuma. Então a mesma entidade que não autorizou a pintura das passadeiras permite que fiquem os sinais que indicam nada?
Mas quem é que esta gente quer enganar?
É de ficar de boca aberta.
Agora ali está aquilo que nem é carne nem é peixe e no troço próximo do lar e onde se deu o incidente um dos sinais de informação de indicação de passadeira foi abalroado, ficou danificado, os serviços procederam à recolha e numa mais o recolocaram. Ali está então naquela zona a sinalização vertical incompleta e a servir para rigorosamente nada pois passadeira não há e mesmo que houvesse, os sinais não estão virados para os condutores. Isto pode ser comparado com um borrão, com os cadernos das crianças da escola primária que estão a aprender a escrever e que não controlam a força com que escrevem a lápis e depois têm que apagar e fica tudo sujo, escrevem e voltam a apagar e fica borrado. É tal e qual. Mas esta gente já devia ter idade para não fazer borrões.
Vamos ver como a coisa fica doravante. 
O que é certo é que o dossier de uma coisa trivialíssima foi aberto vai fazer dois anos no próximo dia 23 e até hoje é o que se sabe. Vamos ver se até ao fim do mandato se conseguem colocar duas passadeiras na Rua de Beja, no Torrão visto que aqui e para esta gente tudo é uma carga de trabalhos.
Tal como no passado, voltamos a frisar que infelizmente não dão mais. E quanto a isso nada há a fazer. Não adianta querer que se corra 10 Km quando só se consegue correr 5. Não dá mais. E mais uma vez e como no passado voltamos a apelar: Se não conseguem, se não aguentam a pedalada, se são incapazes saiam. Saiam e deixem fazer quem sabe fazer, quem quer fazer e quem tem capacidade de fazer.
Assim é complicado. O Torrão há-de andar uma vida inteira para trás como o caranguejo. 

terça-feira, dezembro 29, 2015

Lixo acumula-se paredes-meias com propriedade da Junta de Freguesia... e "nas barbas do presidente"

 Lixo de todo o tipo, incluindo fraldas usadas, vai-se acumulando na Rua de Beja no barranco junto ao local onde era o antigo matadouro e que é... propriedade da Junta de Freguesia. E mesmo o colector de águas pluviais vai ficando obstruído de terra e palha sem que ninguém repare. Como se não bastasse, em frente e do outro lado da rua reside o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Torrão.
Quando uma lixeira vai crescendo tranquilamente nas barbas do presidente e este nem se apercebe, está tudo dito.










sábado, dezembro 19, 2015

Falta a outra!

 A Fonte de Vale de Semedeiros está por fim e em boa hora concluída e como nova. Apesar desta ficar na União de Freguesias de Alcácer do Sal foi a Junta de Freguesia do Torrão que tomou a dianteira e efectuou as devidas diligências. Foi uma acção memorável e digna de registo mas não lhe competia. Mas ainda bem que a fonte está acabada.
Porém - e há sempre um porém - se a Fonte de Vale de Semedeiros, que nem está na freguesia do Torrão está muito bem, já o mesmo não se pode infelizmente dizer desta outra fonte, esta sim que fica na freguesia, mais concretamente junto à Casa Branca do Sado, que está no estado lastimável que vê.
Esta fonte chegou a estar perdida. Quando se limpou um silvado já há uns anos é que a acharam.
A esta fonte deu-se apenas uma «pintura à espanhola» para alegrar o olho e iludir o povo, fazendo crer que se cuida do património mas se pararmos e vermos com atenção verificamos que é uma ilusão - mais uma. Esta fonte devia ser tratada em profundidade; reparar as fissuras, fazer arranjos ao nível da alvenaria, reparar a parte superior que está quase a cair, desentupir os canos e pô-la a deitar água e depois pintar.
Então a Fonte de Vale de Semedeiros que fica na União de Freguesias de Alcácer foi restaurada pela Junta de Freguesia do Torrão e esta que fica efectivamente na Freguesia do Torrão vai ficar assim?
Ficamos à espera da retribuição da União de Freguesias. Assim como assim... 
Mas ficamos ainda mais à espera de uma acção da Junta de Freguesia do Torrão. Vamos ver se haverá a mesma ligeireza.





A recentemente restaurada Fonte de Vale de Semedeiros








A fonte que fica na berma direita da Estrada Nacional Nº 5 pouco antes de chegar à Casa Branca do Sado como quem vem do Torrão

Fonte de Vale de Semedeiros por fim reparada: Mais um caso encerrado

 A Fonte de Vale de Semedeiros está por fim terminada. De recordar que esta fonte foi sempre um ponto de paragem obrigatório para muitos daqueles que conheciam a qualidade da sua água e raros eram aqueles que não atestavam um ou mais garrafões.
Infelizmente a degradação tomou conta desta fonte de tal forma que esteve quase perdida. O primeiro alerta foi dado, como não podia deixar de ser, no Pedra no Chinelo como se pode ver aqui.
Este é portanto mais um caso encerrado.




terça-feira, dezembro 15, 2015

Ranking das escolas - Torrão com prestações miseráveis

Medíocre, miserável, péssimo é assim que se pode qualificar a performance dos estabelecimentos de ensino do Torrão no Ranking das Escolas 2015 o qual pode ser visto aqui.
A escala, elaborada tendo em conta os resultados dos exames nacionais do 4, 6º e 9º ano não podia ser mais explícita. Em todos os anos a média foi negativa.
Em relação ao 4º ano, a Escola Básica Bernardim Ribeiro ocupa o lugar 3812, caindo 45 posições em relação a 2014, em 4200 escolas com uma média de nota de exame de 2,66.





Já em relação ao 6º ano o descalabro foi ainda maior, com uma variação vertiginosa de 399 lugares, caindo do 635º lugar que ocupava em 2014 para o 1034º lugar em 1176 escolas. A média ficou-se pelos 2,54.




No que toca ao 9º ano, o resultado não é mais animador. Uma queda de 397 lugares, do 701º lugar de 2014 para a posição 1098 em 1237 escolas. A média dos exames do 9º ano no Torrão ficou-se pelos 2,42.



sexta-feira, dezembro 11, 2015

Internet restaurada na biblioteca Municipal do Torrão



Terminou o apagão. A Internet foi restaurada ao princípio da noite de ontem no Polo do Torrão da Biblioteca Municipal depois de uma semana em blackout. Felizmente imperou o bom senso.

Ver mais aqui e aqui.

Falta de sentido prático e de sentido oportunidade

 Para além da construção da infraestrutura de regadio proveniente da Barragem de Alqueva e da ligação desta com a Barragem de Vale do Gaio no projecto estão ainda contempladas as vias de acesso.
Quem viu a estrada do Poço Novo que dá acesso ao Pego do Moirão - um rabo-de-água da referida albufeira - e quem a vê agora... é como do dia para a noite. Até caleiras para colecta e encaminhamento das águas pluviais foram feitas e tudo.
Ora a melhoria começa apenas junto à Quinta de Santa Maria e o pequeno troço que vemos nas fotos pelo visto não irá ser contemplado apesar deste também fazer parte do acesso. Aquele troço liga o bairro dos castelos ao posto médico (e não só) pelo que a requalificação deste troço urge.
A pergunta que se faz é porque é que os responsáveis autárquicos (Câmara Municipal e Junta de Freguesia) não chamam a atenção para esse facto e procuram sensibilizar os construtores, já que estes têm a maquinaria no terreno para também fazer este troço?
Segundo foi dado à estampa, os operários que trabalham neste processo estão alojados nas instalações do antigo clube Torino Torranense e também de acordo com o que foi veiculado tal alojamento foi feito com base num acordo de comodato em que a empresa daria trabalhos em troca. Afinal ainda nenhum torranense viu tais benefícios daí resultantes. Porque não invocar este contrato para pedir que se faça também este acesso? Mas não é preciso recorrer a ultimatos! Bem sabemos que quando o senhor Presidente da Junta entra em campo é como um elefante numa loja de porcelanas. A abordagem tem que ser diplomática e para além de se invocar o acordo de comodato, ou mesmo até sem o invocar, deveria sensibilizar-se os responsáveis de que aquele troço da estrada também é um acesso ao interface entre o canal de Alqueva e a Albufeira de Vale do Gaio pelo que era do interesse mútuo que aquele pequeno troço também fosse tido em linha de conta e que ambas as partes beneficiariam com tal e fazendo ver que o trabalho ficaria incompleto e com um «nódoa» desnecessária. A Câmara podia até comprometer-se a asfaltar posteriormente aquele troço já que toda a estrada está asfaltada mas que se fizessem os trabalhos de terraplanagem, compactação e construção das caleiras por parte da empresa, algo que levaria apenas uma semana mais coisa menos coisa e também pouco material seria necessário. E se a empresa estivesse relutante até poderia a Câmara dar uma colaboração com mão-de-obra sua. Dependia das negociações.
Assim, e pelo que parce ser evidente, esta janela de oportunidade vai fechar-se e aquele troço vai ficar esburacado e no estado em que se encontra.
É que se alguns responsáveis em vez de andarem preocupados com blogs, com o que se escreve nas redes sociais, com propaganda, com show off, com fotografias e etc e tal e estivessem no terreno e concentrados única e exclusivamente neste tipo de assuntos certamente que estas questões seriam tomadas em linha de conta.






Este troço do caminho também é acesso ao Pego do Moirão e à infraestrutura que ali foi construída recentemente pelo que não se justifica que assim fique. Porque não há uma acção de sensibilização no sentido de também esta parcela ser requalificada?




 As obras de requalificação do caminho de acesso à infraestrutura terminam aqui. Se os autarcas encetassem um contacto com a empresa para que esta também fizesse o troço atrás referido, estes podiam até como contrapartida comprometer-se a asfaltar esse troço e, já agora, a fazer os metros de calçada de faltam na travessa que se vê em frente. Tudo se resume a uma questão de comunicação.


 O acesso já requalificado. Antes era uma estrada térrea e esburacada que virava um lamaçal durante o Inverno







 O Poço Novo. Aqui, mais um erro táctico. O local que se encontrava bastante degradado foi ainda em Setembro alvo de obras de restauro por parte da Junta de Freguesia. Uma boa medida em boa hora levada a cabo, Contudo o que deveria apenas ter sido feito eram os trabalhos de alvenaria e reboco e deixado a pintura para mais tarde. É que tal decorreu em paralelo com a obra de melhoria do acesso e como tal a poeira levantada sujava tudo. Deveria pois ter-se concluído esses trabalhos e deixado a pintura para quando as obras terminassem e quando chovesse para a poeira baixar. Assim, pintando logo e com os trabalhos a decorrer, o Poço Novo está no estado que se vê: sujo e a precisar de uma nova camada de tinta. Não faz mal; pagam os contribuintes. Agora já não há preocupação com o dinheiros dos contribuintes, perguntamos?






 O acesso onde houve intervenção

O troço que ficou por fazer