quinta-feira, Novembro 20, 2014

Câmara de Alcácer entre as premiadas pela qualidade da água




A Câmara Municipal de Alcácer do Sal foi uma das 74 entidades distinguidas com o selo de «Qualidade Exemplar de Água para Consumo Humano». A entrega do galardão decorreu ontem, dia 19 de Novembro, numa cerimónia que integrou a 9ª Expo-Conferência da Água, iniciativa promovida pelo jornal Água & Ambiente e que decorreu no Centro de Congressos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa.
O município fez-se representar pela Vereadora que tutela este Pelouro, Ana Soares. Em declarações na sua página pessoal do Facebook, a autarca afirma que este prémio «é o resultado do empenho e dedicação de todos os funcionários da autarquia que todos os dias se esforçam para conseguir servir a população com qualidade».
Os prémios e Selos de Qualidade de Serviços em Águas e Resíduos resultam de uma pareceria entra a entidade reguladora do sector (ERSAR) e o jornal Água & Ambiente, que conta com a colaboração da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA), da Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB) e da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH) – e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e têm como objectivo "identificar, premiar e divulgar casos portugueses de referência relativos à qualidade dos serviços de abastecimento público de água, saneamento de águas urbanas residuais e gestão de resíduos urbanos, contribuindo para a melhoria da qualidade do serviço prestado aos cidadãos".
Os operadores a quem é atribuído um selo de qualidade, recebem um certificado e o direito de usar essa imagem, através da sua utilização na sua imagem institucional.


Veja aqui a lista de todas as entidades distinguidas

quarta-feira, Novembro 19, 2014

Alcácer do Sal: Empresário de Brejos da Carregueira de Baixo desespera com estado da estrada municipal

O proprietário de um café nos Brejos da Carregueira de Baixo, no concelho de Alcácer do Sal, está desesperado com o estado do acesso ao local, que, de acordo com o proprietário do restaurante, é da responsabilidade do município, e com o impacto que isso tem no seu negócio e fez chegar a sua preocupação e as imagens da via altamente degradada às redes sociais.
«Venho por este meio dirigir-me aos responsáveis pelas estradas municipais da Câmara Municipal de Alcácer do Sal e a todos os que de alguma forma possam solucionar o actual estado da estrada de acesso aos Brejos da Carregueira de Baixo. Nós, que cá vivemos desde sempre e que com o nosso restaurante tentamos equilibrar as nossas contas para não dever nada a ninguém, nomeadamente temos os nossos impostos em dia, estamos agora isolados devido a obras na estrada já mencionada, que pararam de um dia para o outro. Esta espécie de acesso está praticamente intransitável e para quem ganha a vida com um negócio num local onde se torna cada vez mais difícil, perguntamos: Para quando uma solução? Será necessário chamar uma equipa de reportagem?»
O estado das estradas no concelho de Alcácer do Sal, um concelho onde o desemprego mais cresceu na última década e que procura desesperadamente incrementar a sua economia, é um factor problemático não só para a economia local porque por um lado desincentiva ao investimento e por outro lado coloca em sérios problemas aqueles que fixaram aqui os seus negócios como, e sobretudo, em termos de segurança rodoviária e tanto estradas municipais como estradas nacionais apresentam sinais de preocupante degradação. A título de exemplo, e para além da estrada dos Brejos da Carregueira de Baixo, temos a estrada que liga S. Romão do Sado, na freguesia do Torrão a Grândola, da qual demos notícia aqui. Contudo o caso mais mediático tem sido o da estrada que liga Alcácer do Sal a Grândola (IC1). Há muito que as populações lutam e exigem ao governo as necessárias obras que requalificação de uma estrada onde já se verificaram múltiplos acidentes dos quais alguns já causaram vítimas mortais. Este é também o único caso que desperta o interesse da autarquia local e também da comunicação social, como se pode ver aqui
Em declarações à RTP, aquando do último protesto, no passado mês de Junho, o presidente da câmara de Alcácer, Vitor Proença, marcou presença na manifestação e insurgiu-se contra o governo e contra a Estradas de Portugal por nada fazerem relativamente a este caso e classificou mesmo a estrada como «uma armadilha sucessiva» e pede um consenso para se «encontrar soluções para que se inicie rapidamente a intervenção desta obra». No entanto, é agora a câmara municipal acusada de ter exactamente o mesmo comportamento relativamente a esta estrada sob a sua tutela.




















Fotos: Casa Messejana Gervásio António (Facebook)

segunda-feira, Novembro 17, 2014

sábado, Novembro 15, 2014

PENSAMENTOS MANHOSOS – Enojado

O Mundo em geral e Portugal em particular, porque é o que mais directamente me diz respeito, estão a ser (des)governados por um bando de sacripantas dirigidos por meia dúzia de velhos caquenhos que a partir da sua invisibilidade e do dinheiro que foram roubando ao longo de décadas se arrolam o direito de decidir da vida da humanidade. Se repararmos atentamente nas tristes figuras e nos discursos dos dirigentes(?) políticos fácilmente descortinamos a falta de substrato e cultura para ocuparem seja que cargo for. Quando um individuo que se quer responsável diz: A partir de agora quem quizer vir dormir em Lisboa tem de pagar mais 1 euro, terá forçosamente de se tratar de uma mente distorcida e totalmente isenta de qualquer escrúpulo e noção de civismo. Com tanta maneira que há de lançar impostos escolhe-se exactamente a mais ridícula tipo: venham jantar a minha casa mas tragam a comida. Com que propósito exactamente? Como é que vão controlar isso exactamente? Antigamente, até há muito pouco tempo e não tenho a certeza se a lei não existe ainda, todas as unidades hoteleiras eram obrigadas a preencher as Fichas de Polícia dos hospedes que depois eram enviadas ás esquadras de Polícia ou GNR da área e mediante o número de registos se pagava uma determinada quantia para o estado. Provavelmente com receio de que estes registos comprometessem certos figurões intocáveis que se alambazam nas carnes de prostitutas, contra as quais não tenho absolutamente nada contra, antes pelo contrário, e dos prostitutos que também não me aquecem nem arrefecem, por esses hóteis fora, a medida deixou de ser aplicada à risca. Mas o dito cérebro podia ainda ter dito: o dinheiro vai servir para dar uma cama aos sem-abrigo de Lisboa que dormem no túnel do Marquês, ou nas entradas das estações de Metro. Este António Costa começa a parecer-se muito com o Bruno de Carvalho; disparam rajadas em todas as direcções para ver se acertam em alguma coisa. Mas há mais, porque cérebros destes felizmente são o que não falta neste País de génios. Como é que um miúdo destes que nos desgoverna, ousa ofender continuamente os “velhos” deste País que foram quem lhes proporcionou esta vida de chulos que levam. Quem são estes vermes para decidirem quando é que eu tenho de deixar de trabalhar e reformar-me? Para decidirem se eu me tenho de reformar aos 60, aos 65 ou aos 67 teriam de me garantir condições dignas de vida. Mas o que é que o “bétinho” do Lambretas sabe da dificuldade da vida das pessoas para ser Ministro do Assuntos Sociais e não sei de quantas tretas mais? Mas o que é que o Pires de Lima tem a defender para os da minha classe? Até os que vieram da miséria do pé descalço quando sobem as escadas da Assembleia da República deixam de ter algo a defender do meu lado porque o lado deles passa a ser o outro onde ainda não estavam só porque não conseguiam, mas a que sempre sonharam pertencer. Estou a atingir o ponto de saturação desta palhaçada toda e como eu milhares de outros também o estão. Servi a Marinha Portuguesa com um orgulho enorme entre 1967 e 1973 e nunca me senti tão descriminado, enxovalhado, desrespeitado como nesta democracia da treta onde conta mais o que dizem do que o que fazem. Venho do tempo em que as medalhas eram ganhas por actos de bravura e relevo em prol do País. Tenho nojo destes medalhados que se devem perguntar: porquê? Quem dorme com uma medalha ao peito porque desgraçou a vida de milhões de pessoas só consegue dormir porque nem noção tem dos horríveis actos criminosos que cometeu para a ganhar.

Começo mesmo a pôr em duvida a utilidade da escrita e da palavra em vez da acção. Começo mesmo a ter muitas dúvidas em relação a muita coisa. Sou um homem felizmente saudável, que penso continuar equilibrado emocionalmente, mas a sentir-me empurrado para a inutilidade pelos tais sacripantas que se arrolam o direito de decidirem tudo por mim.


Uma boa semana para todos e pensem.

Jorge Mendes
Bruxelas, 12/11/2014

segunda-feira, Novembro 10, 2014

Quatro anos depois da construção: Pavilhão gimno-desportivo do Torrão apresenta múltiplas patologias

Quatro anos após a sua inauguração, o pavilhão gimno-desportivo do Torrão já apresenta algumas patologias que devem no mínimo causar apreensão.
Essas patologias podem ser observadas à vista desarmada e não são coisa insignificante. Desde inflitrações até a queda de placas de revestimento exterior e fissuras nas paredes, encontra-se um pouco de tudo.
Recorde-se que o pavilhão do Torrão foi inaugurado há quatro anos e custou cerca de dois milhões de euros e que pouco depois da inauguração já metia água.
A situação mais grave que ali ocorreu entretanto foi a destruição de grande parte do tecto em gesso cartonado pela entrada de água depois de uma chuvada forte ter deixado em evidência a pouca capacidade de escoamento do sistema.



À entrada, uma placa de gesso cartonado apresenta bolor, sinal de que ali há uma infiltração


As condutas de escoamento vomitam literalmente ferrugem. Como não foi projectado nenhum canal colector a ferrugem marca o passeio. Um nódoa.



Pela segunda vez, embora em lugar distinto, o revestimento cerâmico da parede volta a desprender-se.






Uma, duas, três, quatro fissuras bem vincadas na parede das traseiras. Resta saber o que estará na origem desta patologia


Também as peças cerâmicas desta parede estão a cair

sábado, Novembro 08, 2014

PENSAMENTOS MANHOSOS – Europeanices


A Europa já é uma realidade há muitos e muitos anos. A União é que vai levar muitos, muiiiitos mais anos.
Salazar sempre recusou a CEE porque queria para nós o papel de supermercado da Europa ou seja produzir, comprar e vender mas os mentores queriam dar-nos o papel de estância de férias, bom clima, bom sol mar quente, lugar para ricos descansarem. Depois, finalmente conseguiram impôr a Portugal o papel que estes novos beneficiários da democracia acharam que dava menos trabalho: o turismo barato, destruindo-nos toda e qualquer produção, salários de miséria, onde os ricos jogam golfe por preços irrisórios comparados com os praticados no Mónaco, na América e até mesmo em Espanha... até aqui do mal o menos. Eu, como já disse, sou um europeu convicto, mas não da forma que eles estão a querer construí-lo. Na Europa que eu quero, não é lá porque os outros festejam o “Dia dos Namorados” que eu também o tenho de festejar. Eu quero festejar as nossas datas históricas e ou religiosas sem me sentir inferior. Os espanhóis matam os touros, pois que lhes faça bom proveito, eu prefiro de longe a tourada à portuguesa e não sou mais atrasado que os espanhóis por isso. Eu respeito todas as religiões desde que não me sejam impostas à minha visão. Eu adoro as nossas Romarias que não têem igual em toda a Europa. Eu respeito a eutanásia desde que não se comece a utilizá-la para matar inocentes que não deram o seu acordo com lucidez. Se o meu país resolver por maioria aderir ao Islão eu respeito mas mudo de nacionalidade. Eu não admito que nenhum imbecil me diga que Portugal é uma província de Espanha como já aconteceu, dito por um professor da Universidade de Leiden à minha frente e que o expulsei do meu camarim. Eu não admito que me digam que as fronteiras de Portugal foram roubadas e que não temos o direito de estar aqui. Eu exijo respeito pelos meus antepassados que levaram a civilização ao Mundo. Já no tempo das Descobertas nós tínhamos o trabalho e o risco de viajar no tenebroso mar para irmos buscar coisas que nos faziam falta e depois haviam já os espertos da altura, que continuam a ser os mesmos espertos de agora, que nos esperavam e roubavam tudo. Se não fossem os nossos heróis do passado que seriam hoje o Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, Madeira, Açores, a Índia a própria Europa mais recentemente, etc... etc... etc...? Matámos a fome a alemães, franceses, belgas, holandeses, espanhóis e muitos mais entre 1940 e 1945 e salvámos milhares e milhares de vidas neste conflito. Eles esqueceram rápido a ajuda que receberam mas nós não devemos esquecer. Eu falo sempre com eles de fronte erguida. Mas também há uma coisa que os portugueses devem saber, não são propriamente eles que nos descriminam mas sim nós que nos pomos a jeito. Talvez ou seguramente por desconhecimento pois a nova democracia convinha-lhes fazer-nos crer e envergonhar-nos do nosso passado histórico para melhor se fazerem passar por nossos redentores. 
Sempre falei com toda a gente de igual para igual e por isso seguramente sempre fui respeitado por onde tenho passado. Todas essas patranhas que nos contam agora de que temos de negociar com as ex-colónias, aceitar as exigências dos outros países, bla...bla...bla... só servem aos distraídos. Se todos esses países nos pagassem aquilo que nós lhes perdoámos de dívida, seríamos nós que emprestaríamos, mesmo assim continuamos a emprestar, dinheiro e solidariedade aos povos nossos irmãos que estão nas mãos dos malvados deste mundo, que os mantêm na ignorância com as mesmas patranhas de que os maus somos nós. MENTIRA! O Povo Português - ao qual tenho um enorme orgulho de pertencer - é o melhor e mais solidário povo deste mundo. Só precisamos que nos apareça alguém honesto que nos ajude a recuperar a noção do que é a verdadeira democracia que acaba onde acaba a liberdade do nosso semelhante. Mas a liberdade do nosso semelhante tem também de respeitar a nossa liberdade. Posso ter outros caminhos à minha escolha, mas ninguém é mais democrata do que eu, embora reconheça que há muitos como eu só que estão calados ou, o que é pior, os seus gritos são abafados por aqueles a quem convém que a farsa continue.

Uma boa semana para todos e pensem.

Jorge Mendes
Bruxelas, 05/11/2014

quinta-feira, Novembro 06, 2014

Grande sondagem Pedra no Chinelo revela enorme desgaste dos executivos municipal e da junta do Torrão

As duas grandes sondagens Pedra no Chinelo cuja votação fechou há dois dias atrás não deixam margem para dúvidas. Passado um ano desde a tomada de posse, tanto o executivo municipal, liderado por Vítor Proença, como o executivo da Junta de Freguesia do Torrão, liderado por Virgílio Silva, apresentam já um enorme e preocupante desgaste.
Longe vão os dias em que a apreciação feita por parte dos leitores do Pedra no Chinelo era globalmente positiva. A sondagem levada então a cabo aquando dos primeiros 100 dias de mandato, ainda em estado de graça, mostravam que a apreciação positiva era apesar de tudo de apenas 55,5% enquanto 26,5% dos que responderam à sondagem não consideravam a prestação nem positiva nem negativa, mostrando-se neutros. Essa opinião, como se pode ver mudou radicalmente com 73,08% dos inquiridos a darem nota negativa enquanto apenas pouco mais que um quarto, 26,92% consideram positivo o primeiro ano de mandato de Proença à frente dos destinos do município.
Inquiridos no sentido de avaliar, numa escala de 0 a 10, a prestação no primeiro ano de mandato, os extremos recolhem o maior número de votos. Mais de um quinto (21,15%) atribui a nota «zero» logo seguido do «dez» que recolhe 17,31%.
Em termos de «nota», globalmente, os leitores atribuíram 3,88 valores ao primeiro ano de gestão do executivo camarário. 













Também relativamente ao Presidente da Junta de Freguesia do Torrão, Virgílio Silva, os resultados são similares. Também em estado de graça, aquando dos primeiros 100 dias de mandato, a sondagem então levada a cabo mostrava resultados similares onde a apreciação positiva recolhia a maioria das opiniões (54%) enquanto que 35,1% não consideravam o desempenho nem positivo nem negativo o que não é agora o caso.
Quase dois terços (62,51%) dão nota negativa ao primeiro ano de mandato de Virgílio Silva enquanto apenas 37,49% dos inquiridos fazem uma apreciação positiva.
Também neste caso, os extremos recolhem a maioria das opiniões e globalmente a «nota» atribuída é de 4,11 valores.