sábado, maio 23, 2015

Feira Renascentista - Primeira noite marcada por danças de época

A primeira noite da V edição da Feira Renascentista do Torrão ficou marcada sobretudo pelas danças de época que tiveram lugar na Praça Bernardim Ribeiro com início pelas 22 horas e foram protagonizadas unicamente por torranenses.
 Hoje, haverá nova sessão.


 As damas do Universo das Artes



Não deixem de passar pela barraquinha do Artur dos brasões e apreciar a sua arte


 Brasão do Torrão, feito ao vivo e a cores


A Praça Bernardim Ribeiro foi palco para as danças de época







Já começou a Feira Renascentista 2015

Já arrancou o primeiro dia da V edição da Feira Renascentista do Torrão. O início teve lugar pelas 15 horas no Largo de S. Francisco com o desfile histórico.
O evento decorrerá até Domingo e contará com a presença, no último dia de D. Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa. A cerimónia de boas-vindas a D. Duarte, terá lugar no Museu Etnográfico do Torrão pelas 12.30 horas.






As ruas engalanadas prontas para receber o evento

Este ficou esquecido. Não foi pintado devidamente. Nas proximidades do Largo de S. Francisco













O «alcaide» - Presidente da Junta de Freguesia do Torrão - declara oficialmente aberto o certame


Leitura do Foral do Torrão


quarta-feira, maio 20, 2015

Torrão recebe D. Duarte de Bragança

Sua Alteza Real, o Sr. D. Duarte, Duque de Bragança, irá visitar o Torrão no próximo Domingo, dia 24 de Maio.
A visita Real irá coincidir com a Feira Renascentista, que terá lugar já neste fim-de-semana.



segunda-feira, maio 18, 2015

Centenas de adeptos benfiquistas na estação de serviço da Mealhada

Mealhada, terra dos célebres leitão e Carnaval: onze horas da noite.
Na estação de serviço da Mealhada centenas de adeptos benfiquistas vindos de Guimarães, onde o Benfica disputou a penúltima jornada do campeonato nacional. Apesar do empate a zero, o Benfica garantiu o título de Campeão Nacional de futebol depois do seu adversário directo, o F. C. Porto, ter claudicado aos pés do Belenenses, empatando também mas a um golo, não aproveitando a oportunidade para deixar tudo em aberto para a derradeira jornada.
A imensa massa de adeptos converge para Lisboa e prepara-se para ir festejar o título junto à estátua do Marquês de Pombal.
Estivemos lá e trazemos o relato da escaldante noite na primeira pessoa também aqui no inevitável Pedra no Chinelo, sempre em cima do acontecimento, sempre no centro da acção.


sexta-feira, maio 15, 2015

Alterações toponímicas no Torrão deixam moradores à beira de um ataque de nervos

As alterações de toponímia no Bairro Miguel Torga/Zona H2 mereceram a atenção do Correio da Manhã (11 de Maio) e da Correio da Manhã TV (CMTV), cuja peça foi para o ar no mesmo dia.
O caso remonta a 2012 e embora tivesse sido notícia aqui ninguém se apercebeu do impacto da decisão até que em Fevereiro deste ano, aos moradores rebentou-lhes a bomba nas mãos e ganharam consciência da dimensão do problema, como se pode ver aqui.
Foi um dos moradores mais enrascados, digamos assim, Carlos Machadinho, que prestou declarações ao Correio da Manhã.






Mas também aqui no Pedra no Chinelo não deixamos créditos por mãos alheias e fomos ouvir Carlos Machadinho. Tivemos ainda acesso ao ofício que este enviou para o Correio da Manhã.
O morador do Lote 66 começa antes de mais por referir que «a fim de evitar eventuais apreciações transversais» que a intenção de tornar o assunto público tem apenas como objectivo procurar sensibilizar todas as partes com vista à resolução da situação para a qual pede sensatez, vontade, sensibilidade, responsabilidade e competência.
Carlos Machadinho explica ainda na carta a cronologia dos acontecimentos desde o início até ao presente, os quais passamos a transcrever:

  1. Primeiro trimestre de 2012: A Junta de Freguesia do Torrão decide de forma unilateral propôr as referidas alterações toponímicas;
  2. Junho de 2012: A Câmara Municipal de Alcácer do Sal decide favoravelmente a proposta e procede à publicação da mesma em Edital sendo que, no entanto, ambas as autarquias esquecem-se de uma rua;
  3.  Fevereiro de 2014: Carlos Machadinho viu ser-lhe negada a renovação do Cartão de Cidadão por se considerar que a morada que este tem há 20 anos não existia;
  4. O morador contactou tanto a Câmara Municipal como a Junta de Freguesia e, segundo ele, tanto uma como a outra «arranjaram uma solução ainda mais perniciosa para o caso e consequentemente para os munícipes». Confrontados com o caso, terão declinado responsabilidades referindo que a solução encontrada - e a consequente responsabilidade - era única e exclusivamente dos CTT;
  5. Por sua vez os CTT, depois da queixa feita ao Provedor do Cliente, referem que as reclamações têm que ser feitas individualmente o que implica que um abaixo-assinado previamente elaborado não terá qualquer valor. Outra solução que os correios propõem é que os lesados façam uma procuração para que um deles os represente.


Carlos Machadinho afirma por fim que «ainda hoje» (Abril de 2015) não tem o seu Cartão de Cidadão renovado e a partir do passado dia 9 de Abril ficou igualmente impossibilitado de renovar a carta de condução e remata com uma nota onde alega que está a receber correio com oito moradas diferentes em que alguma correspondência é enviada pela própria Câmara Municipal.

O caso assumiu agora contornos de passa-culpas e jogo do empurra entre os CTT e a Câmara Municipal de Alcácer do Sal. Enquanto isso, a Junta de Freguesia do Torrão reduz um caso complexo com a simplicidade própria dos inocentes referindo que o assunto resolve-se facilmente com a colocação «breve» - seja lá o que for que isso queira dizer - de placas toponímicas como se o problema fosse apenas uma questão de confusão com o nome das ruas. Com esta ligeireza chuta-se a bola para canto e responsabiliza-se, ainda que indirectamente, o carteiro - é a conclusão a que se chega depois de ler tal declaração. Mete-se uma placa toponímica e pronto tá resolvido. Simples e rápido. Assim, com esta ligeireza, qualquer um era um grande estadista.

terça-feira, maio 12, 2015

Os parentes pobres

Os bancos de jardim públicos do Torrão foram, e bem, recentemente alvo de pintura e reparação e houve ainda aquisições novas. Mas tudo ficou bem? Claro que não! Há sempre algo que fica por fazer e como a política da casa parece ser fazer obras de fachada, os bancos junto à desprezada Igreja Matriz estão também eles igualmente desprezados.
O bairro dos Castelos continua a ser o quintal das traseiras da vila do Torrão e como a acção é executada em função dos votos e da demagogia e como ali não há grandes votos para colher então fica assim.
Como se sabe, a sala de visitas é a praça e o jardim e, como tal, é aqui que se investe. Os outros não têm direito a nada. Obras de fachada que tão bem conhecemos já de outras manobras.


Os bancos da Praça Bernardim Ribeiro foram alvo de restauro e pintura há relativamente pouco tempo

Também os bancos do Largo do Cruzeiro foram amanhadinhos


Junto à Igreja de S. Francisco temos bancos novos, algo que tínhamos chamado a atenção aqui

No jardim público houve substituição de alguns bancos. Uma promessa eleitoral que, diga-se, foi cumprida. 


Também a Rua 5 de Outubro recebeu novos bancos

O banco da Rua do Cónego também foi devidamente pintado

E os bancos do posto-médico a mesma coisa




Chega-se aos Castelos e é o que se vê. Como se pode constatar, estes bancos continuam ressequidos e esfolados. Estes não mereceram - e certamente não irão merecer - qualquer tipo de tratamento.

quarta-feira, maio 06, 2015

Excentricidades terceiro mundistas



A embaixadora de Cuba visitou ontem o Torrão. Segundo palavras que se presume serem do senhor Presidente da Junta de Freguesia, o dia de ontem foi de «grande importância para a Freguesia do Torrão e para a sua população» - ainda que ninguém tivesse sabido de nada previamente. 


Estas palavras só podem ser interpretadas como sendo fruto de um deslumbramento bacooco e quase orgasmico que tolheu por completo o raciocínio do autarca. Só pode.
A pergunta que legitimamente se coloca é: Qual é afinal a «grande importância», a mais-valia que a simples visita da representante diplomática de um país do terceiro mundo, ainda para mais uma ditadura, traz para o Torrão?
Mal vai o Torrão e os seus líderes quando se deslumbram com a visita de um representante de um regime autoritário e de um país do terceiro mundo, um dos mais pobres da América Latina. Que se receba com dignidade e as devidas honras o ou a representante diplomática de um qualquer país, é uma coisa; que haja este grau de deslumbramento e euforia transcendental que chega a raiar o delírio, é outra completamente diferente. 
Grande importância para a freguesia do Torrão, em particular, e para o concelho de Alcácer do Sal, em geral, e para a população era se se tivesse deslocado em visita a estas paragens um representante diplomático da Suécia, da Noruega, da Dinamarca, do Canadá, do Japão, por exemplo. Se um desses diplomatas viesse visitar esta terra e trouxesse empresários, investidores, gente que tivesse interesse em investir, neste concelho ou nesta freguesia em particular, em criar empregos, em criar mais-valias, em dar um empurrão à estagnada e endémicamente anémica economia local, ou diplomatas esses que viessem com empresários à procura de mão-de-obra qualificada, viessem mostrar oportunidades de emprego nos seus países aos desempregados locais, aí sim, seria sem a menor sombra de dúvida uma visita de importância capital para o Torrão e para as suas gentes e mesmo para o concelho. Agora a visita de uma representante de um país como Cuba ser de grande importância? Porquê? Mas percebe-se a cegueira e fanatismo afinal de contas Cuba é uma ditadura comunista. Esta tomada de posição tem um significado político claro: os nossos autarcas, pelo menos ao nível da Junta de Freguesia mostram a sua simpatia e mesmo admiração pelo regime cubano, uma ditadura que nada fica a dever à ditadura portuguesa do Estado Novo cujo derrube a 25 de Abril de 1974 foi há poucos dias celebrado com toda a pompa por estas bandas sendo bem reveladora do equívoco, da falta de coerência e da contradição pantanosos em que este poder autárquico cada vez mais desacreditado se vai afundando. Caiu a máscara de vez e todos revelam afinal a sua verdadeira face. Afinal o que mais se pode esperar de um partido estalinista e seus idiotas úteis?
Com esta mentalidade retrógrada e empedernida assente numa propaganda manhosa com o intuito único de enganar os incautos cidadãos, o desenvolvimento deste concelho nunca será uma realidade.
Aguardamos agora com ansiedade e júbilo a próxima visita: a de um representante diplomático dessa grande democracia - nas palavras de um compagnon de route, também ele autarca, do senhor Presidente da Junta de Freguesia do Torrão - que é a Coreia do Norte.

sábado, maio 02, 2015

500 Milhas ACP com passagem pelo Torrão

A 10ª Edição das 500 Milhas ACP que decorre este ano entre os dias 1 e 3 de Maio, organizado pelo ACP (Automóvel Club de Portugal) Clássicos teve partida em Vilamoura, no Algarve e termina em Chaves. O percurso de cerca de 800 km (isto é, 500 milhas em que 1 milha terrestre = 1609m) teve passagem pelo Torrão - localidade onde o desconhecimento do evento foi quase generalizado, incluindo Junta de Freguesia, e nem mesmo a GNR, segundo algumas fontes credíveis, teve conhecimento - na manhã de Sábado, dia 2 de Maio e alguns automobilistas aproveitaram para atestar as suas viaturas clássicas.




 Imagens: ACP Clássicos (Facebook)