quinta-feira, junho 10, 2010

A saúde e fraternidade da república

Como há quem goste de invocar a saúde e fraternidade aqui está um exemplo saudável do braço fraterno da república. Só para reflexão!

4 comentários:

Anónimo disse...

Anónimo
10.06.2010/19:05

POIS É, SR. CAVACO: PEÇA A TODOS OS QUE PASSARAM PELO (DES)GOVERNO QUE DEVOLVAM O QUE ROUBARAM, META-OS NA PRISÃO E DE SEGUIDA É POSSÍVEL TER A "COESÃO" !!! SÓ É PRECISO COESÃO, QUANDO É PARA CONTINUAR A SACAR AOS MAIS POBRES ? ESTÃO COM MEDO QUE ACABE O TACHO ? NÃO FAZEM VOCÊS TODOS PARTE DO PROBLEMA E QUEREM CONTINUAR A ROUVAR QUEM TRABALHA ? NÃO ACHA QUE ESTÁ MUITO OU TUDO POR EXPLICAR ? OS REFORMADOS, OS QUE SÃO ROUBADOS TODOS OS DIAS, ESTÃO Á ESPERA QUE APAREÇA ALGUÉM FORA DO "SISTEMA", QUE SEJA UMA PESSOA SÉRIA, QUE NÃO COMPACTUE COM LADRÕES...PERCEBEU ??? PARA ALÉM DISSO, COMO PROMULGA LEIS COM AS QUAIS NÃO CONCORDA ? PORQUE É QUE OS SECRETÁRIOS, ASSESSORES E TODA A CORJA POLÍTICA NÃO REDUZEM O QUE "SACAM" AO POVO ?

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1589981#AreaComentarios

Paulo Selão disse...

Mas como? Cavaco também fez parte de governos; aliás foi chefe de três e Ministro das Finanças de um! Já se esqueceam do quanto foi contastado? Já se esqueceram dos anos quentes de 92, 93 e 94?!
Agora é o Sr. PR e toda a gente lhe pede ajuda e todos o aplaudem como se viu ontém?! Agora já é popular e o salvador da pátria só porque é o PR. Poupem-me...

Anónimo disse...

“Insustentável ou não”

Em mais um dia de condecorações e declarações, ficámos a saber que chegámos a uma situação insustentável, mas não estamos numa situação insustentável, hum estranho, então chegámos e não estamos, tenho cá para mim que aqui anda mãozinha do Albert, sim do Albert Einstein.

É possível segundo ele e à luz da sua teoria da relatividade especial que eventos que ocorrem simultaneamente num referencial inercial não sejam simultâneos noutro referencial em movimento relativo, este fenómeno é tanto mais observável quanto mais o movimento relativo se aproxime da velocidade da luz.

Assim é possível a dois observadores da uma mesma realidade conseguirem observar coisas diferentes, dependendo da velocidade a que se deslocam relativamente ao referencial observado, deste modo podemos ter alguém que deslocando-se lentamente veja uma situação sustentável, enquanto alguém que se desloca a uma velocidade próxima à da luz, veja essa mesma realidade como insustentável.

Graças ao Albert ficamos assim a saber que a realidade pode ser percepcionada de forma distinta dependendo da velocidade a que nos deslocamos, assim é possível ao sujeito que se deslocava lentamente ter percepcionado uma realidade sustentável, enquanto o sujeito que se deslocava à velocidade da luz ter percepcionado uma realidade insustentável.

Isto tudo não passam de suposições é claro, porque também é possível que a realidade insustentável observada pelo sujeito que se deslocava à velocidade da luz se tratasse apenas de uma alucinação provocada por uma qualquer substância psicotrópica, e que a realidade sustentável observada pelo sujeito que se deslocava a menor velocidade derivasse do facto de este estar já a ressacar.

Mas insustentável ou não, também o Albert afirmava “temos o destino que merecemos, o nosso destino está de acordo com os nossos méritos” e se a isto juntarmos a sabedoria popular “no meio é que está a virtude”, então provavelmente o quadro ainda não é como o pintam, mas virá a ser tão bom ou tão mau consoante sejam os nossos dotes artísticos.

Zé dos Papéis disse...

Tendo em conta o que se publica no blog "centário da repúbica", apetece perguntar: monárquico é sinónimo de ignorante?
Eu sempre pensei que não...